26 de fevereiro de 2003

se me tivessses dito antes, como agora mo dizes, e n�o te cansas de repetir, que a tua casa est� muito diferente daquela que conheceste em pequeno, ter-te-ia oferecido uma �rvore que pudesses plantar no teu jardim e nos seus ramos pendurar um baloi�o. porque um baloi�o � bastante importante na casa onde crescemos.

a minha escolha est� feita. as imagens que n�o conseguir�s descortinar pelos sentidos chegar-te-�o pela caixa do correio que tens em casa e � guardada longe do alcance do carteiro.

se me dissesses, como ainda n�o mo disseste claramente, que n�o queres que te pense, nem que te sonhe, nem que te toque os dias de uma forma ou outra, cumpririas finalmente o resto do caminho da minha vida sem mim. porque eu apear-me-ia na estalagem mais pr�xima e requisitaria outra montada para poder regressar a casa. e ao baloi�o que deixei balou�ando no ramo partido da �rvore do meu jardim.

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