21 de maio de 2003

ao que n�s cheg�mos.

ou melhor...
ao que eu cheguei.
conhecer de cor
o relevo do teu nome
sobre o papel
pensar-te sem
fechar os olhos nem
abrir as m�os.

ao que nos reduzimos...

dois cart�es de visita
sem endere�o de contacto.



tenho sonhado muito contigo. muito mesmo. (depois falo-te.... por enquanto fica aqui o poema...)

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