20 de junho de 2003

ainda não trouxe as fotos...

mas joana, continuo na ideia que tivémos a discutir...
há coisas assim...
o trabalho foi extremamente produtivo após uma discussão sobre a lógica e a coerência no ser humano...
se calhar não era bem sobre isso que eu queria falar mas mais na (des)necessidade de termos respostas às perguntas que fazemos. era mais isso que eu vos (a ti e à Teresa) queria dizer: que há perguntas que não devem ter resposta, que há respostas que não devem ser dadas. que há perguntas desnecessárias e que a procura de uma lógica nas acções humanas não passa de uma tentativa (frustrada e vã) de tornarmos o comportamento em algo de linear e simples.

mas parabéns joana... acho que devia ter começado assim o post de hoje...

então vou recomeçar....

parabéns joana, ainda que com um dia de atraso, parabéns.

temos um programa para gravar hoje à tarde e eu prometi a mim mesma que não vou falar "desse" trabalho aqui. vou antes falar dos meus convidados que me custaram tanto a dizer que sim... fizeram-se de difíceis mas vêm... quer dizer, eu espero que apareçam senão... senão não sei bem como será... vamos ter de improvisar e, se com tudo ensaiado não acredito muito no sucesso disto, quanto mais improvisado...

tenho descoberto demasiadas coisas sobre o que tens andado a fazer... sobretudo porque me têm perguntado se andas bem, o que se passa contigo, mesmo antes de me justificarem as questões... e é aí que me contam o que tens andado a fazer... depois daquela noite em que te agrediste gratuitamente, parece que perdeste o pudor de que eu saiba das coisas... e assim parece que eu te permito essas coisas, quando, na realidade, não permito. sei que não é para te entender. mas hã pudores que não se devem perder entre as pessoas... não quero mais saber sobre o que tens feito de errado, sobre o que não admites. quero antes saber aquilo que me permites saber. e o que eu sei agora ultrapassa, em larga escala, essa fronteira...