10 de novembro de 2003

doem-me as costas.




ouvi-te toda a noite. falaste sobre a tua familia, o que me comoveu sobremaneira. e todo o teu carinho, as tuas fragilidades afloraram nos teus lábios. tal como quando dormes num abandono de ti. nesse mesmo abandono a que te votas quando fechas os olhos...

acordei cedo. muito cedo e sei-te ainda a dormir... percorri as ruas que me levam a minha casa e pensei no quão bom seria se tu me esperasses. mas agora não pode ser e eu sei. sei sei sei.


não sei fazer jogos e não quero.


aliás, já te disse o queria de ti.