20 de maio de 2004

não sei novas palavras.


a minha escrita está toda igual. preciso que venhas e me ensines as palavras que agora dizes... preciso que mas digas só pelo prazer da sonoridade da junção das letras, do arranhar das consoantes no céu da boca, no lugar onde a língua toca o sítio mais suave.


passo o tempo a começar poemas sem fim. pequenas notas à margem dos dias. o deleite das imagens repetidas na exaustão da noite mal dormida.


estou com insónias. espero que me ensines o que ainda não sei...

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