25 de julho de 2004

caminho pela casa suavemente. como algo se partisse ao mínimo barulho. céu azul lá fora.

mantenho as portadas da casa fechadas. restos de luz que passam pelas frinchas. céu azul lá fora. azul puro. mesmo de olhos fechados, eu sei que há um céu azul-puro lá fora.

não há barulho cá dentro. silêncio do calor do meio dia. a mesa no pátio, ainda com os restos do almoço. o jornal dobrado no banco do jardim.

restos de um domingo.

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