4 de novembro de 2004

ok, tou doente. mas doente mesmo. a sentir-me mal como nunca me senti.

"sou pequenina e caio ao chão", como dirias tu numa oração nocturna. é isso que me apetece dizer porque o mundo anda às voltas na minha cabeça.
je suis malade, diria eu, se não tivesse faltado à aula de francês...
descrever sintomas ao telefone, o médico a dizer o que eu já sabia... virose. nada de agressivo para o estômago, cházinho, papas e cama. pouco frio (só se me emprestares os teus agasalhos para eu dormir, o teu corpo para vestir) e muita alienação em casa, sem nada de concreto para fazer.

quando me dói a cabeça por tudo, quando não posso visitar a minha sobrinha, quando nem sequer me deixam ir à praia, que hei-de fazer? sou uma péssima doente. detestarias ter-me em tua casa nestes dias. acredita. n poder andar pela rua ao frio e à chuva, dá comigo em doida.
estou doente. se apanho quem me contagiou, mato-o!

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