3 de janeiro de 2005

sdds

a .j. acabou agora, agorinha mesmo de se despedir de mim.
e o meu mundinho ficou um bocadinho mais pequenino.

há coisas que ficam sempre por dizer, entaladas na garganta. ou então,
não sabemos o que dizer e só mais tarde, muito ou pouco mais tarde, formulamos na nossa cabeça as palavras que gostaríamos ter dito. algo de memorável, algo de inesquecível, algo de marcante.

mas a .j. já é, por si só, marcante.

a primeira memória que tenho dela é a dizer "eu tenho sangue em casa!", numa ocasião em que planeávamos uma "actuação"...
a .j. ficou aí marcada como a mulher que tinha tudo. desde os adereços mais estapafurdios até às vestimentas mais antigas e engraçadas. se existia, a .j. tinha.

há episódios memoráveis das conversas da .j., com a .j..

e é por isso que eu vou ter, que tenho já assim, muitas muitas muitas saudades. das conversas, da companhia, dos sorrisos e das gargalhadas. de irmos a exposições, das fotos dela, dos chocolates quentes e das histórias dela. não que as notícias acabem, ou mesmo o contacto. mas a .j., por estes tempos (que se querem breves) não vai estar por cá para irmos ao chocolate, ao chá... e mesmo planearmos idas a lisboa...

por isso, nos próximos tempos... enquanto não vou eu aí, vou ter, tenho já, saudades tuas miúda...



by brasil

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