30 de novembro de 2005

véspera de feriado

mais um dia cheio de trabalho... e mais um dia assim... bem disposto até... cheio de parvoíces - que o trabalho faz dizer...

e tudo isto a correr a mil, a semana a acabar num instante... logo à noite, um recrutamento pra fazer o jantarzinho (e um especial prá menina doentinha!) ;)...

e as coisas a acontecerem tão depressa... cinco à mesa... há quanto tempo não fazíamos nós isto?

28 de novembro de 2005

bom dia alegria

apesar das últimas noites (mal dormidas - e não, não é medo do escuro), do frio terrível que se está a fazer sentir no porto, de eu sentir que o blog das meninas me tá a passar completamente ao lado (apesar de já ter aparecido numa foto - LOL), apesar disto tudo, até tá a ser um bom dia... muito trabalho, muito sono, já dois cafés em cima (sim, estou a conter-me) e fomeca de sobra...

pouca poesia por estes dias (o que não me faz nada bem) mas muitos poemas a nascerem-me na cabeça, principalmente à saída do banho (não perguntem! :p)...

já sentia falta de sair e de ser espontânea de uma forma positiva... já sentia falta de ser positiva, caramba (ó caramba, até de dizer caramba tinha falta!)!

e que bom (caramba) chegar aqui e ter comentários das tias (olá tias!) que bom saber que passam os olhos por estas bandas! :)

e que saudades das amigas (minês, tive pra passar em tua casa no sábado à tarde mas prefiro, se puder, passar esta semana, até porque estou muito mais positiva que estava nessa tarde!)!!!!

e pronto, tenho de ir almoçar que tenho o estômago colado às costas... e não, não tenho net em casa portanto bare with me! ***


bom dia alegria... hoje fizeste-me sorrir....

24 de novembro de 2005

ontem e hoje.

perder noção das horas. pela primeira vez em tanto, tanto tempo.

boa companhia, algo que me faça flutuar um bocadinho... fluir um bocadinho.

e acordar com uma ressaca, fome imensa e um olho inchado de quem andou em batalhas a meio da noite.... e a questão essencial é... afinal o k é isto que não me deixa ver bem!?

16 de novembro de 2005

batalhas....

o resultado da primeira batalha....



se ao menos o teu contorno
pudesse reter o meu
algo se quebrou em mim
perdi a luz.
Os aviões voam baixo hoje
desaparecem como fumo
que um deles caia em cima de mim.
Algo se partiu. partiu para parte incerta
e eu fiquei. desejando
abraçar-te com força
sentir os ossos ao apertar-te
que um avião caia em cima de mim
e me incendeie
encostar-me a uma parede
deixar-me absorver por ela
que a fuselagem me conte
histórias de locais que nunca conhecerei
os tendões retesados do esforço
Apertar-te até te quebrar
ou até me afundar em ti.

15 de novembro de 2005

deep

"(...)
so i was dreaming of you
i was falling with you
and broke my heart"

Sónia Tavares in "Deep Blue", Rodrigo Leão, Cinema.


só me apetece meter-me num carro e arrancar sem destino quando ponho este cd... conduzir horas a fio. horas sem fim. deixar a vida tomar conta de mim.

há sons bonitos à exaustão.

p.s. té, a cabecinha vai fazendo por tar ok... havemos de voltar a um chá. desta vez num lugar mais bonito e com um chá melhor que no progresso! :)

13 de novembro de 2005

poemas

"once upon a time somebody told me
i was going to be someone, i was s'posed to be someone.
(...)
blow winds and come rainclouds, gather over my head
cracks keep gaping down me,
opening great halls of tug-of-war
where no-one is the champion.
so slice me down the middle.
keep the half that wants to be
your eyes, your arms to fight for you.
(...)
can you let me squeeze the trigger, can you give me the gun?"

Polly Paulusma, "Carry me home"



entrar no carro e encontrar, esquecido no rádio, o cd da Polly Paulusma....
e é em noites como estas, em que os sorrisos brotam das feridas abertas, que acredito ser tão fácil,
tão fácil, tão fácil, te esquecer.

o poema inacabado. que tenho de esquecer no fundo da gaveta. recorto-te no fundo do meu dia de amanhã.
recoloco o teu olhar numa outra situação, num outro tempo. mas sempre. sempre. sempre no fim do meu.

escrever. reescrever o poema. procurar a perfeição. escrever. reescrever o poema. com fúria. como se toda a vida dependesse do deslizar do carvão por cima do papel. como se corresse contra o tempo. imortalizar os teus traços antes que chova demasiado dentro da minha casa.

desafiar-te pra uma corrida na praia. e descobrir que perdeste o folêgo com uma gaivota que planou por cima de nós.

12 de novembro de 2005

chama-me o que quiseres mas chama-me pelo nome!

Your Japanese Name Is...

Hisano Oimikado


Your Hawaiian Name is:

Mily Kalama



Your Irish Name Is...

Caoimhe Kennedy


Your Sexy Brazilian Name is:

Adriana Santos


Your Pimp Name Is...

Nurse Kisses


Your Monster Profile

Ultima Goblin

You Feast On: Peanut Butter

You Lurk Around In: Swamps

You Especially Like to Torment: Cops


Your 1920's Name is:

Ozella Ione


lol lol lol... só para anotar... eu nem gosto de manteiga de amendoim!

e não é que o dinheiro me fazia jeito...???


My blog is worth $17,500.74.
How much is your blog worth?

11 de novembro de 2005

fim de semana

de fim de semana mais prolongado...

profs que estão doentes (como eu suspeito que estou a ficar)...

estar assim, com dores de cabeça e cheiro a doença faz-me sempre lembrar daquele dia do carro rebocado... mas nesse dia havia miminhos prá doentinha! agora... agora já não se bloqueiam nem rebocam carros na minha rua... já não é uma rua como antigamente! definitivamente, já não é nada uma rua em condições!

pequenas terapias às quartas à noite, trabalho, trabalho, trabalho a acumular-se em cima da secretária... caramba, já é inverno!

8 de novembro de 2005

ferida aberta

I believe life ends with death, and that is all.
[...] just the same,
in my new black leather phone book there's your name
and the disconneted number I still call.

Tony Harrison, "Long Distance II"



devia pedir-te desculpa por ontem. mas tocaste-me numa ferida aberta.
não é que tema enfrentar a tempestade mas sabes que foste a primeira pessoa a abraçar-me depois de tudo. e sabes bem o que aconteceu....

eu sou menos eu por estes dias..

5 de novembro de 2005

time goes by so slowly...

finalmente, o inverno já anda por aqui... frio de que não há memória.
pousar a mão nos aquecedores e queimá-la por descuido...

que maravilha, as novas tecnologias.... segredos escondidos no meu telemóvel, a tua voz que me vem, não por um fio, mas por ondas que não consigo sequer sentir. a tua voz. que eu não consigo sequer sentir...


o teu abraço morno numa noite de um frio de que não há memória. casacos e casacos.
camadas de mim. camadas de ti.

há distâncias que se encurtam na linha recta que vai no abraço de um peito com outro.

3 de novembro de 2005

Plasticidades

logo à noite, no Clube Literário do Porto (em frente à Alfandega) 21.30; apresentação de Plasticidades de Minês Castanheira. a não perder!

eu não vou perder....