5 de novembro de 2005

time goes by so slowly...

finalmente, o inverno já anda por aqui... frio de que não há memória.
pousar a mão nos aquecedores e queimá-la por descuido...

que maravilha, as novas tecnologias.... segredos escondidos no meu telemóvel, a tua voz que me vem, não por um fio, mas por ondas que não consigo sequer sentir. a tua voz. que eu não consigo sequer sentir...


o teu abraço morno numa noite de um frio de que não há memória. casacos e casacos.
camadas de mim. camadas de ti.

há distâncias que se encurtam na linha recta que vai no abraço de um peito com outro.

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