"nada me dói e ninguém bateu à porta. não há riso no dia a dia, e isto nada tem de angustiante ou de literário"al berto
"o medo" (* idem)
este novo estado em que me encontro de uma falsa tranquilidade que de artificial tudo tem e que eu continuo a manter por não saber o que sentir a seguir. sento-me no sofá com os pés contra as pernas, sem nunca tocar o chão. e pego na caneta sem saber o que escrever. deivo umas pingas de tinta mancharem a página em branco e volto a pôr a tampa na caneta. o click que anuncia o fim do discurso. se ficar muito quieta juro que me esqueço de respirar.
4 comentários:
ora bem... parece-me que a menina precisa de uma chapada na cara... ou entao de vir passar uma semanita por estes lados :)
vou já começar a fazer as malas então :p
Isso tá é a precisar de uma boas "marguaritas" no ultimo restaurante a que fomos!!
Quando te pomos os luzios em cima??Ja temos sodadinhas!!
Bessos guapissima!
;)
bela descrição de um estado de espírito.a última frase emana génio criador.
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