11 de dezembro de 2012

não sei bem como passar por aqui. por muito que repita o mantra (é normal estar triste. as mortes demonstram a fragilidade humana. todos vamos morrer. é normal estar triste. as mortes demonstram a fragilidade humana. todos vamos morrer. é normal estar triste. as mortes demonstram a fragilidade humana. todos vamos morrer. é normal estar triste. as mortes demonstram a fragilidade humana. todos vamos morrer...)

nada faz passar esta tristeza imensa que se instalou em mim.


só o tempo poderá curar esta morte tão súbita, tão inesperada.

(Igor, a conversa não azeda realmente... espero que um dia a possamos retomar. onde quer que seja...)