6 de junho de 2013

o estômago colado ao fundo de mim. dobro o corpo em dois para tentar entender a direcção do embate.

mantenho os olhos em ti, quando entras assim, casa adentro, me puxas o cabelo, me empurras para cima da cama. os teus joelhos prendendo-me as pernas, a boca forçando-se contra mim.

mas quando se avança a toda a velocidade não se vê de onde vem o perigo.



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