Zélia Duncan in Intimidades, 1996
Enquanto Durmo
Muitas perguntas que afundas de respostas
Não afastam minhas duvidas
Me afogo longe de mim
Não me salvo porque nao me acho
Não me acalmo porque nao me vejo
Percebo até, mas desaconselho
Espero a chuva cair
Na minha casa, no meu rosto
Nas minhas costas largas
Espero a chuva cair
Nas minhas costas largas
Que afagas enquanto durmo,
Enquanto durmo, enquanto durmo...
De longe parece mais fácil,
Frágil é se aproximar
Mas eu chego, eu cobro
Eu dobro teus conselhos
Não me salvo porque nao me acho
Não me acalmo porque nao me vejo
Percebo até, mas desaconselho
Espero a chuva cair
Na minha casa, no meu rosto
Nas minhas costas largas
Espero a chuva cair
Nas minhas costas largas
Que afagas enquanto durmo,
Enquanto durmo, enquanto durmo...
há coisas que temos de fazer...
a joana dizia ontem que a vida é feita de traições... eu acrescentaria que a vida é feita de riscos e desafios...
e eu arrisquei (novamente) e aceito o desafio (novamente)... aliás, se há palavra que me causa reacções irracionais é o verbo "desafiar"... um desafio bem proposto torna-me totalmente irracional. mas este desafio aceite nada tem de irracional. tem até demasiadas coisas racionais, demasiadas posições racionais... ainda me dói um pouco o peito... mas há coisas que têm de ser feitas e riscos que têm de ser corridos...
sou capaz de mudar o look do speech...dream (sim, novamente!).... a mudança é saudável e aconselha-se! claro que só se deve mudar para melhor portanto... "mi aguardem"!
24 de março de 2004
20 de março de 2004
Jorge Palma in O Bairro do Amor, 1989
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem
já sei, já sei, ando numa de jorge palma...
fui com a vanessa à praia... passear com a minha grávida favorita... passear um pouco, desmanchar-me a rir com a única coisa que me faz rir nestes dias: a "feeling alive" dos gomo... ('cause i'm not really feeling alive...)
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem
já sei, já sei, ando numa de jorge palma...
fui com a vanessa à praia... passear com a minha grávida favorita... passear um pouco, desmanchar-me a rir com a única coisa que me faz rir nestes dias: a "feeling alive" dos gomo... ('cause i'm not really feeling alive...)
19 de março de 2004
o indefenidamente tornou-se, afinal num fecho rápido. quase virtual. tão imperceptível quanto as nuvens que passam no céu.
nunca pensei em fechar o speech...dream definitivamente... apenas fechá-lo um pouco, talvez fechar-me um pouco... talvez esse seja o melhor estado de definição... afinal de contas... as palavras são apenas palavras... e mudam-se como as folhas quando chega o outono.
finalmente, a liberdade de passar pela praia...
não me apetece estar com ninguém desconhecido. o conforto do conhecimento, o chão seguro debaixo dos meus pés... preciso de caras conhecidas...
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...........................:::FECHADO INDEFINIDAMENTE:::..............................
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18 de março de 2004
depois das tuas (poucas) palavras de ontem, esta música do palma....
Jorge Palma
A Gente Vai Continuar
Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou, ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem à batota
Chega aonde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém, não
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
E a liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
apetece-me ir tomar um café e não tenho companhia... fim de semana (mais que) prolongado... detesto não ter que fazer...
Jorge Palma
A Gente Vai Continuar
Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou, ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem à batota
Chega aonde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém, não
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
E a liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
apetece-me ir tomar um café e não tenho companhia... fim de semana (mais que) prolongado... detesto não ter que fazer...
acho que nunca te disse que gosto de klimt... que talvez seja o meu pintor favorito...
e que as "amigas" se encontram entre os meus quadros favoritos... e que n�o existe porque foi destruido num fogo...
e que gostava de ir a viena ver os quadros dele ao vivo... mostrar-te porque � que eu gosto tanto de klimt...
peões! picanços! aqui vou eu! mais um perigo nas estradas portuguesas! mas o que é que os tipos da dgv foram fazer! ó perigo! ó vertigem! ó multas! ó desgraça e velhinhas atropeladas! ó atentados às estradas!
sim, é verdade! consegui iludi-los a darem-me a carta! hehehehehe...
mais tranquila... de melhor humor e melhor da saúde... mais leve de repente!
sim, é verdade! consegui iludi-los a darem-me a carta! hehehehehe...
mais tranquila... de melhor humor e melhor da saúde... mais leve de repente!
17 de março de 2004
é verdade, eu e as minhas "mini-férias"... mas invejosos, regozigem! tou com uma enorme crise de gripe em cima, despoletada por não sei bem o quê e que me está a dar a volta à cabeça!
em dias tão bonitos de sol, eu cheia de frio e de calor, frio e calor, dores de cabeça como não me lembro de ter e espirros, nariz entupido, fragilidade do sistema imunitário... inacreditável como o estado de saúde nos debilita as emoções, a capacidade de reacção e de acção...
saudades saudades saudades. do ritmo, dos rituais antigos, da vida antes. antes de tudo...
estou extremamente cansada. dói-me a cabeça. doem-me os olhos... até depois...
em dias tão bonitos de sol, eu cheia de frio e de calor, frio e calor, dores de cabeça como não me lembro de ter e espirros, nariz entupido, fragilidade do sistema imunitário... inacreditável como o estado de saúde nos debilita as emoções, a capacidade de reacção e de acção...
saudades saudades saudades. do ritmo, dos rituais antigos, da vida antes. antes de tudo...
estou extremamente cansada. dói-me a cabeça. doem-me os olhos... até depois...
12 de março de 2004
os computadores na faculdade andam meios malucos... ou então sou eu que pouco tenho andado por lá.
nada de especial a registar. saudades tuas.
jogo do porto. eu, sportinguista de coração, fui vibrar com os portistas. até me vieram lágrimas aos olhos quando, finalmente, o costinha marcou o golo...
acho que já não vibrava com um jogo há muito tempo. e depois, a companhia da anabela, do brasil, da joana, do joão (hehehe, ver-te sofrer foi divertido!)... um jogo e pêras! a seguir, chocolate quente, no gestos, companhia acrescida do carlos, que sofria pelo seu manchester (hey young lad, you win some, lose some!)...
a greve da dgv em que ninguém queria acreditar (até hoje ainda estou para saber o porquê da greve!)...
a minha casa que está tão despida desde que a joão voltou...
e a cidade do porto que acordou com o céu a chorar. alguém anda a despejar os canos porque ainda não;o parou de chover!
nada de especial a registar. saudades tuas.
jogo do porto. eu, sportinguista de coração, fui vibrar com os portistas. até me vieram lágrimas aos olhos quando, finalmente, o costinha marcou o golo...
acho que já não vibrava com um jogo há muito tempo. e depois, a companhia da anabela, do brasil, da joana, do joão (hehehe, ver-te sofrer foi divertido!)... um jogo e pêras! a seguir, chocolate quente, no gestos, companhia acrescida do carlos, que sofria pelo seu manchester (hey young lad, you win some, lose some!)...
a greve da dgv em que ninguém queria acreditar (até hoje ainda estou para saber o porquê da greve!)...
a minha casa que está tão despida desde que a joão voltou...
e a cidade do porto que acordou com o céu a chorar. alguém anda a despejar os canos porque ainda não;o parou de chover!
6 de março de 2004
4 de março de 2004
ok, o rios é capaz de se ter chateado um pouco. mas não devia
há que ter orgulho naquilo que somos. e eu sei que ele tem!
ontem à noite: poesia medieval no café-concerto da esmae.
bebida no pucaro's e resto da noite na cama! descanso bem merecido de todos nós que já andávamos a cair de sono (apesar do carlos e do brasil serem da opinião de que eu sou enérgica!?)
hoje: aula bem cedo, curtas-metragens, algumas ideias... reunião do up, trabalho para o up... regresso a casa, comidinha caseira, trabalho para o up... enfim...
só penso em quando estarei contigo...
há que ter orgulho naquilo que somos. e eu sei que ele tem!
ontem à noite: poesia medieval no café-concerto da esmae.
bebida no pucaro's e resto da noite na cama! descanso bem merecido de todos nós que já andávamos a cair de sono (apesar do carlos e do brasil serem da opinião de que eu sou enérgica!?)
hoje: aula bem cedo, curtas-metragens, algumas ideias... reunião do up, trabalho para o up... regresso a casa, comidinha caseira, trabalho para o up... enfim...
só penso em quando estarei contigo...
1 de março de 2004
(re)começo.
voltar. e descobrir que acordei (relativamente) cedo para nada. Para apenas estar por aqui, à espera que algo aconteça. ou à espera que a semana passe célere... ou qualquer coisa do género. Tenho modelo fotográfico para o quarto em chamas :)
sim, porque tu disseste que sim (só que ainda não sabes a certeza por detrás do primeiro "sim" a medo"). agora é que o quarto em chamas se vai incendiar totalmente.
no porto há sol. está um bonito dia para visitar lugares apetecíveis, ver umas exposições, fazer qualquer coisa que não ficar aqui à espera que algo aconteça ou à espera que a semana passe célere.
voltar. e descobrir que acordei (relativamente) cedo para nada. Para apenas estar por aqui, à espera que algo aconteça. ou à espera que a semana passe célere... ou qualquer coisa do género. Tenho modelo fotográfico para o quarto em chamas :)
sim, porque tu disseste que sim (só que ainda não sabes a certeza por detrás do primeiro "sim" a medo"). agora é que o quarto em chamas se vai incendiar totalmente.
no porto há sol. está um bonito dia para visitar lugares apetecíveis, ver umas exposições, fazer qualquer coisa que não ficar aqui à espera que algo aconteça ou à espera que a semana passe célere.
28 de fevereiro de 2004
27 de fevereiro de 2004
mais um exame por fazer...
já sei que o look do speech...dream mudou. já toda a gente mo disse (como se não tivesse sido eu a fazer a mudança!)
que está mais "happy", mais "pink", que não combina comigo, que está bem, que está mal...
anyway
está diferente. eu estou diferente. hoje é dia de balanço (devia fechar pra balanço e tudo!)
primeiro semestre: desgraça em termos profissionais...
espero não ficar mais um ano...
já sei que o look do speech...dream mudou. já toda a gente mo disse (como se não tivesse sido eu a fazer a mudança!)
que está mais "happy", mais "pink", que não combina comigo, que está bem, que está mal...
anyway
está diferente. eu estou diferente. hoje é dia de balanço (devia fechar pra balanço e tudo!)
primeiro semestre: desgraça em termos profissionais...
espero não ficar mais um ano...
26 de fevereiro de 2004
25 de fevereiro de 2004
ontem fomos (eu, a joana e o brasil), tomar café. e o que era um simples café no piolho, o mais famoso café de estudantes, acabou por ser uma conversa tardia, e surpreendente, íntima e divertida, à volta das mesas-com-coisas-dentro do pink, sentados em puffs, conversando como se aquela noite fosse decisiva para acertarmos ideias. para ensinarmos um pouco de nós a cada um.
falámos do "instalação", o nosso bar que eu baptizei num flash luminoso, falámos da decoração e do queríamos fazer. de chocolate quente e de dinheiros. de casa velhas e casas novas. de quartos pequenos e quartos grandes. de amores e discussões. de posições na vida e de segredos bem guardados. de lados luminosos e lados obscuros. da sociedade e de crianças. de educação e fobias.
falámos da música do super-homem (que ninguém se lembra qual, e canta, inevitávelmente, a do indiana jones ou do esquadrão classe a, essa série mítica!)
foi uma boa noite, em que os espíritos se elevaram e as consciências pesaram por não termos estudado nada...
logo à noite, bacalhau à brás em minha casa.
exame amanhã à tarde...
e seja o que fôr...
falámos do "instalação", o nosso bar que eu baptizei num flash luminoso, falámos da decoração e do queríamos fazer. de chocolate quente e de dinheiros. de casa velhas e casas novas. de quartos pequenos e quartos grandes. de amores e discussões. de posições na vida e de segredos bem guardados. de lados luminosos e lados obscuros. da sociedade e de crianças. de educação e fobias.
falámos da música do super-homem (que ninguém se lembra qual, e canta, inevitávelmente, a do indiana jones ou do esquadrão classe a, essa série mítica!)
foi uma boa noite, em que os espíritos se elevaram e as consciências pesaram por não termos estudado nada...
logo à noite, bacalhau à brás em minha casa.
exame amanhã à tarde...
e seja o que fôr...
23 de fevereiro de 2004
repito:
"sem ti
as coisas são menos coisas
os dias são menos dias
as noites são menos noites"
não me faças perguntas às quais eu não quero responder... não que não conseguisse adivinhar uma respostas mas porque essa resposta não me serve. como um par de calças que deixa de servir porque as pernas estão demasiado compridas.
os dentes a raspar no garfo
o "está bem" a qualquer ocasião
o "eu sei" da sabedoria (que é tão pouca)
o nariz impinado de quem não dá o braço a torcer
o "eu sei que tenho razão"
(será que me esqueci de alguma coisa?)
e, acima de tudo, os obstáculos que não o serão.
"sem ti
as coisas são menos coisas
os dias são menos dias
as noites são menos noites"
não me faças perguntas às quais eu não quero responder... não que não conseguisse adivinhar uma respostas mas porque essa resposta não me serve. como um par de calças que deixa de servir porque as pernas estão demasiado compridas.
os dentes a raspar no garfo
o "está bem" a qualquer ocasião
o "eu sei" da sabedoria (que é tão pouca)
o nariz impinado de quem não dá o braço a torcer
o "eu sei que tenho razão"
(será que me esqueci de alguma coisa?)
e, acima de tudo, os obstáculos que não o serão.
21 de fevereiro de 2004
apesar das notícias menos boas...
sim, a minha cara é de felicidade. e sim, estava feliz quando disseste "tens uma cara tão feliz". porque estava.
não tirei nenhuma fotografia (reparaste...). mas não foi preciso. tenho-te em mim. tão presente como os dias frios que estão. sinto já a falta de acordar contigo, os vinte minutos que antecedem o abrir os olhos. o teu corpo procurando o meu, adaptação à anatomia.
o beijo molhado de quem precisa ir... a cama vazia de quem fica à espera...
os dias esvaziam-se de ti.
o que sei: poucas verdades. como a tua barriga ser uma praia de areias brancas.
sim, a minha cara é de felicidade. e sim, estava feliz quando disseste "tens uma cara tão feliz". porque estava.
não tirei nenhuma fotografia (reparaste...). mas não foi preciso. tenho-te em mim. tão presente como os dias frios que estão. sinto já a falta de acordar contigo, os vinte minutos que antecedem o abrir os olhos. o teu corpo procurando o meu, adaptação à anatomia.
o beijo molhado de quem precisa ir... a cama vazia de quem fica à espera...
os dias esvaziam-se de ti.
o que sei: poucas verdades. como a tua barriga ser uma praia de areias brancas.
10 de fevereiro de 2004
bom, após vários dias de estudo, de um chumbo confirmado e de desistir de um exame (mesmo agora) acho que é oficial: estou desanimada...
as coisas não estão a correr pelo melhor e estou com algumas (muitas) dificuldades em me organizar e trabalhar afincadamente no que deveria.
tenho (muitas) saudades tuas e faltam-me imagens que consigam colorir os meus dias. preciso de algo bonito ante os meus olhos.
preciso de ti também...
as coisas não estão a correr pelo melhor e estou com algumas (muitas) dificuldades em me organizar e trabalhar afincadamente no que deveria.
tenho (muitas) saudades tuas e faltam-me imagens que consigam colorir os meus dias. preciso de algo bonito ante os meus olhos.
preciso de ti também...
1 de fevereiro de 2004
27 de janeiro de 2004
tenho um enorme desgosto... não tenho o mínimo jeito para tirar fotografias...
no entanto, as fotos mais bonitas que tenho são as fotos da maria, da sónia, da joana, da inês, dos cafés e dos chás em diversos cafés do porto...
as fotos mais bonitas que eu tenho são delas... são deles... dos amigos...
como poemas que guardamos no caderno de todos os dias, como os que guardamos nos nossos cadernos das coisas simples...
aqueles que escrevemos nas paredes dos quartos para lermos de manhã...
no entanto, as fotos mais bonitas que tenho são as fotos da maria, da sónia, da joana, da inês, dos cafés e dos chás em diversos cafés do porto...
as fotos mais bonitas que eu tenho são delas... são deles... dos amigos...
como poemas que guardamos no caderno de todos os dias, como os que guardamos nos nossos cadernos das coisas simples...
aqueles que escrevemos nas paredes dos quartos para lermos de manhã...
24 de janeiro de 2004
Música: Santa Chuva
Álbum: Maria Rita (2003)
(ele)
Vai chover de novo
Deu na TV
Que o povo já se cansou
De tanto o céu desabar
E pede a um santo daqui
Que reza a ajuda de Deus
Mas nada pode fazer
Se a chuva quer é trazer você pra mim
Vem cá, que tá me dando uma vontade de chorar
Não faz assim
Não vá pra lá
Meu coração vai se entregar
À tempestade...
(ela)
Quem é você pra me chamar aqui
Se nada aconteceu?
Me diz?
Foi só amor? Ou medo de ficar
Sozinho outra vez?
Cadê aquela outra mulher?
Você me parecia tão bem...
A chuva já passou por aqui
Eu mesma que cuidei de secar
Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha TV
Que eu vou de vez
Não há porque chorar
Por um amor que já morreu
Deixa pra lá
Eu vou, adeus
Meu coração já se cansou de falsidade...
e, de repente, esta música brotou de mim... quem se confundir pelas paredes da minha rua vai poder ouvir-me cantá-la... (e eu não canto!)
Álbum: Maria Rita (2003)
(ele)
Vai chover de novo
Deu na TV
Que o povo já se cansou
De tanto o céu desabar
E pede a um santo daqui
Que reza a ajuda de Deus
Mas nada pode fazer
Se a chuva quer é trazer você pra mim
Vem cá, que tá me dando uma vontade de chorar
Não faz assim
Não vá pra lá
Meu coração vai se entregar
À tempestade...
(ela)
Quem é você pra me chamar aqui
Se nada aconteceu?
Me diz?
Foi só amor? Ou medo de ficar
Sozinho outra vez?
Cadê aquela outra mulher?
Você me parecia tão bem...
A chuva já passou por aqui
Eu mesma que cuidei de secar
Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha TV
Que eu vou de vez
Não há porque chorar
Por um amor que já morreu
Deixa pra lá
Eu vou, adeus
Meu coração já se cansou de falsidade...
e, de repente, esta música brotou de mim... quem se confundir pelas paredes da minha rua vai poder ouvir-me cantá-la... (e eu não canto!)
23 de janeiro de 2004
eu preconizo:
a .joana. vai ser fotógrafa. daquelas às quais pedimos para expor numa galeria de arte, Às quais tentamos comprar fotografias de uma beleza e simplicidade (sim, que as duas andam pelos mesmos trilhos) que invejamos mas, ao memso tempo que chamamos a nós como nossa propriedade. a .joana. diz o que todos sabemos da maneira como poucos sabem. ela ainda não sabe. mas é verdade.
a .joana. vai ser fotógrafa. daquelas às quais pedimos para expor numa galeria de arte, Às quais tentamos comprar fotografias de uma beleza e simplicidade (sim, que as duas andam pelos mesmos trilhos) que invejamos mas, ao memso tempo que chamamos a nós como nossa propriedade. a .joana. diz o que todos sabemos da maneira como poucos sabem. ela ainda não sabe. mas é verdade.
veio-me o passado visitar esta noite em sonhos.
medos antigos como quando éramos pequenas e tínhamos medo que, debaixo da minha cama se escondesse o lobishomem que víamos na novela da noite. ou que no prédio em frente se escondesse a bruxa da história que eu inventei para assustar o teu irmão - e que me valeu uma valente reprimenda dos teus pais.
não era o lobishomem nem a bruxa má (embora tivesse os cabelos vermelhos e fosse muito parecida), que me visitaram esta noite... embora fossem parecidos.... muito parecidos...
e aqui ando eu (com meia hora de atraso, é certo), às voltas com títulos e textos "rapioqueiros" (não me perguntem nada!), a escrever sobre o estado da nação num "artigo de opinião de 30/35 linhas, com "lead" dramático, titulado em duas linhas", enquanto espero para me atirar a uma entrevista (ficcionada) sobre a "tibieza das políticas culturais"...
isto enquanto ganho fôlego para apertar "o cinto de segurançaa narrativa" e levantar "voo para uma crónica, de preferência humorada, sobre um qualquer incidente, real ou virtual", que eu "guarde" na minha "bem arrumada gaveta de recordações de viagem - seja por terra, ar ou mar.", o que vale é que, no fim, me aconselham... "não enjoe antes de atingir as 30/40 milhas, isto é, linhas"....
* todas as citações deste parágrafo estão contidas em "prova de avaliação final para a área de imprensa", por frederico martins mendes, porto, 23 de janeiro de 2004.
para uma cópia do mesmo é favor contactar-me
medos antigos como quando éramos pequenas e tínhamos medo que, debaixo da minha cama se escondesse o lobishomem que víamos na novela da noite. ou que no prédio em frente se escondesse a bruxa da história que eu inventei para assustar o teu irmão - e que me valeu uma valente reprimenda dos teus pais.
não era o lobishomem nem a bruxa má (embora tivesse os cabelos vermelhos e fosse muito parecida), que me visitaram esta noite... embora fossem parecidos.... muito parecidos...
e aqui ando eu (com meia hora de atraso, é certo), às voltas com títulos e textos "rapioqueiros" (não me perguntem nada!), a escrever sobre o estado da nação num "artigo de opinião de 30/35 linhas, com "lead" dramático, titulado em duas linhas", enquanto espero para me atirar a uma entrevista (ficcionada) sobre a "tibieza das políticas culturais"...
isto enquanto ganho fôlego para apertar "o cinto de segurançaa narrativa" e levantar "voo para uma crónica, de preferência humorada, sobre um qualquer incidente, real ou virtual", que eu "guarde" na minha "bem arrumada gaveta de recordações de viagem - seja por terra, ar ou mar.", o que vale é que, no fim, me aconselham... "não enjoe antes de atingir as 30/40 milhas, isto é, linhas"....
* todas as citações deste parágrafo estão contidas em "prova de avaliação final para a área de imprensa", por frederico martins mendes, porto, 23 de janeiro de 2004.
para uma cópia do mesmo é favor contactar-me
15 de janeiro de 2004
pisar....
o chão que pisas. diferente do meu.
diferente do meu quer estejas a um país de distância, quer estejas a um oceano de distância. quer estejas a um continente de distância. o teu chão é diferente do meu. facto consumado.
não que isso torne de alguma forma diferente, dissemelhante, diverso, aquilo que sinto por ti.
o chão é apenas o que nos permite caminhar, conhecer outros pisos que não o nosso. e eu até gosto que o chão que pisas seja diferente do meu. assim podes-me ensinar a ver o teu chão, como eu te quero ensinar a ver o meu.
caminhos que se cruzam, pontos de convergência em movimento.
13 de janeiro de 2004
o corpo a avariar... como uma grande máquina à qual falta óleo para funcionar perfeitamente. o cérebro que parece quer arder... a descoordenação das ordens enviadas... a demora das informações recebidas...
anyway...
daniel faria na biblioteca almeida garret na semana passada: arrastei a joana, a anabela e o brasil no que foi uma inconsequente noite bem passada.
joana: prometo que para a próxima também eu digo alguns poemas...
anyway...
daniel faria na biblioteca almeida garret na semana passada: arrastei a joana, a anabela e o brasil no que foi uma inconsequente noite bem passada.
joana: prometo que para a próxima também eu digo alguns poemas...
5 de janeiro de 2004
2 de janeiro de 2004
nem sei bem porqê mas sinto-me um pouco triste... espero que isto n seja quilo que se costuma chamar "new year's blues"...
o último poema de 2003 foi este (hoje apetece-me revel´s-lo ao mundo, numa world premiere)
hipóteses que segredamos
em surdina
à mesa do café
no terror de que sejam reais.
o sentir sem limites
emoldurado entre quatro paredes.
a medição do que não se mede.
o medo de que não se fala.o café frio da espera
sorvido numa concentração
de acção necessária.
hipóteses que segredamos
por meias palavras
num café público
de esperas.
a pressa da conversa
alongada
o adiar de uma conclusão
que se espera.
à mesa do café
um sentir sem limites
na medição do que não se mede.
tenho demasiados cadernos em branco este ano. foi um ano agradável. ambíguo. que fazer de 2004?
o último poema de 2003 foi este (hoje apetece-me revel´s-lo ao mundo, numa world premiere)
hipóteses que segredamos
em surdina
à mesa do café
no terror de que sejam reais.
o sentir sem limites
emoldurado entre quatro paredes.
a medição do que não se mede.
o medo de que não se fala.o café frio da espera
sorvido numa concentração
de acção necessária.
hipóteses que segredamos
por meias palavras
num café público
de esperas.
a pressa da conversa
alongada
o adiar de uma conclusão
que se espera.
à mesa do café
um sentir sem limites
na medição do que não se mede.
tenho demasiados cadernos em branco este ano. foi um ano agradável. ambíguo. que fazer de 2004?
28 de dezembro de 2003
estou com um aperto no coração. e, a verdade é que estive a falar de dinheiro. ou melhor, da minha falta de dinheiro... e não há coisa que me repugne mais que o assunto "dinheiro"...
parece que me meto sempre em projectos megalómanos que nunca consigo levar até ao fim, que me meto em tudo ao mesmo tempo só para depois sentir um enorme sentimento de impotência por não poder corresponder... não corresponder porque me falta o tempo para tanta coisa. e, no entanto, sem essa "tanta coisa" não me consigo sentir bem, realizada...
shit...
já não compro o leitor de dvd's este mês...
parece que me meto sempre em projectos megalómanos que nunca consigo levar até ao fim, que me meto em tudo ao mesmo tempo só para depois sentir um enorme sentimento de impotência por não poder corresponder... não corresponder porque me falta o tempo para tanta coisa. e, no entanto, sem essa "tanta coisa" não me consigo sentir bem, realizada...
shit...
já não compro o leitor de dvd's este mês...
19 de dezembro de 2003
"Mulholand Drive", primeiro estranham-te,
depois ninguem pode passar sem ti! Um misterio
que vale a pena descobrir.
Se fosses um filme, que filme serias?
brought to you by Quizilla
curioso, até me identifico com o filme...
há cada teste...
férias! finalmente estou, oficialmente de férias! n que isso signifique que não tenha trabalho para fazer (muito trabalho!) quer apenas dizer que não venho ao porto tão frequentemente. e não me apetece deixar a minha casinha...
mas apetece-me ser um pouco apaparicada, ver a tua cara quando desembrulhares as prendas que tenho para ti.
a melhor altura do natal é quando estou entretida a fazer as prendas e depois a cara de surpresa das pessoas... e a imagem mais bonita é a árvore com os embrulhos debaixo, a cor dos embrulhos, a delicadeza dos laços... a lareira acesa, o verde, o vermelho, o dourado, o brilho das ruas...
os embrulhos são muito melhores que as prendas. a expectativa. e não exactamente a concretização...
mas apetece-me ser um pouco apaparicada, ver a tua cara quando desembrulhares as prendas que tenho para ti.
a melhor altura do natal é quando estou entretida a fazer as prendas e depois a cara de surpresa das pessoas... e a imagem mais bonita é a árvore com os embrulhos debaixo, a cor dos embrulhos, a delicadeza dos laços... a lareira acesa, o verde, o vermelho, o dourado, o brilho das ruas...
os embrulhos são muito melhores que as prendas. a expectativa. e não exactamente a concretização...
16 de dezembro de 2003
doem-me os olhos.
não gosto de omissões. não gosto de pecadilhos omitidos. e não gosto de histórias meias contadas. mais tarde ou mais cedo (neste caso, mais tarde), sabemos sempre aquilo que nos querem omitir.
nada tenho a ver com a tua vida e, no entanto, as tuas omissões magoam-me com a força de algo que eu pensava pertencer-me e que, afinal... as propriedades que pensava serem minhas são afinal, uma mera ilusão. e não to posso contar porque, supostamente, estou a guardar segredo. e porque quem me contou não sabia que me ia contar uma omissão tua. porque, simplesmente "nós" nunca existimos. morremos no dia em que toda a gente festejava. e tudo isto não deveria importar.
não gosto de omissões. não gosto de pecadilhos omitidos. e não gosto de histórias meias contadas. mais tarde ou mais cedo (neste caso, mais tarde), sabemos sempre aquilo que nos querem omitir.
nada tenho a ver com a tua vida e, no entanto, as tuas omissões magoam-me com a força de algo que eu pensava pertencer-me e que, afinal... as propriedades que pensava serem minhas são afinal, uma mera ilusão. e não to posso contar porque, supostamente, estou a guardar segredo. e porque quem me contou não sabia que me ia contar uma omissão tua. porque, simplesmente "nós" nunca existimos. morremos no dia em que toda a gente festejava. e tudo isto não deveria importar.
12 de dezembro de 2003
remodelei o fololog. transformou-se agora numa casa de ch� onde mostro, à volta de uma bebida quente, os dias que me aqueceram.
a procura desta noite s�o os �lbuns de damien rice ("O") e maria rita ("maria rita").
junto-me à joana ao surpreender-me perante o blog de notas. blog esse que anda ser� motivo de cr�ticas nas aulas de jornalismo online... ;)
anyway, o natal est� à porta e eu vou dedicar esta noite a decorar a �rvore da festividade... as ilumina��es nas ruas j� o justificam e a press�o familiar tamb�m. em ano de notas curtas, os presentes rareiam pela minha bolsa de "amiga-natal, filha-natal, madrinha-natal, pseudo-amante-natal"...
h� presen�as que valem mais que presentes embrulhados e fitas coloridas...
a procura desta noite s�o os �lbuns de damien rice ("O") e maria rita ("maria rita").
junto-me à joana ao surpreender-me perante o blog de notas. blog esse que anda ser� motivo de cr�ticas nas aulas de jornalismo online... ;)
anyway, o natal est� à porta e eu vou dedicar esta noite a decorar a �rvore da festividade... as ilumina��es nas ruas j� o justificam e a press�o familiar tamb�m. em ano de notas curtas, os presentes rareiam pela minha bolsa de "amiga-natal, filha-natal, madrinha-natal, pseudo-amante-natal"...
h� presen�as que valem mais que presentes embrulhados e fitas coloridas...
10 de dezembro de 2003
há intimidades que não posso deixar de lembrar...
tu teres dito que gostavas do quarto em chamas foi o melhor incentivo que poderia ter tido. tenho um livro para ser escrito. um livro para ti. sobre todos os lugares que desconhecemos. sobre todos os poemas que já fizémos.
escrever sobre ti... rever-te e ouvir-te cantar um pouco as letras que não sabes...
tu teres dito que gostavas do quarto em chamas foi o melhor incentivo que poderia ter tido. tenho um livro para ser escrito. um livro para ti. sobre todos os lugares que desconhecemos. sobre todos os poemas que já fizémos.
escrever sobre ti... rever-te e ouvir-te cantar um pouco as letras que não sabes...

3 de dezembro de 2003
ha poemas recorrentes nas nossas vidas... o teu, por exemplo...
gosto dos toranja...
"ainda magoas alguém
o tiro passou-me ao lado
ainda magoas alguém
se não te deste a ninguém
magoaste alguém
a mim... passou-me ao lado."
gosto dos toranja...
"ainda magoas alguém
o tiro passou-me ao lado
ainda magoas alguém
se não te deste a ninguém
magoaste alguém
a mim... passou-me ao lado."
2 de dezembro de 2003
para ti... este é só para ti.
minha ilha...
Ilha
Deitada és uma ilha E raramente
surgem ilhas no mar tão alongadas
com tão prometedoras enseadas
um só bosque no meio florescente
promontórios a pique e de repente
na luz de duas gémeas madrugadas
o fulgor das colinas acordadas
o pasmo da planície adolescente
Deitada és uma ilha Que percorro
descobrindo-lhe as zonas mais sombrias
Mas nem sabes se grito por socorro
ou se te mostro só que me inebrias
Amiga amor amante amada eu morro
da vida que me dás todos os dias
David Mourão-Ferreira
minha ilha...
Ilha
Deitada és uma ilha E raramente
surgem ilhas no mar tão alongadas
com tão prometedoras enseadas
um só bosque no meio florescente
promontórios a pique e de repente
na luz de duas gémeas madrugadas
o fulgor das colinas acordadas
o pasmo da planície adolescente
Deitada és uma ilha Que percorro
descobrindo-lhe as zonas mais sombrias
Mas nem sabes se grito por socorro
ou se te mostro só que me inebrias
Amiga amor amante amada eu morro
da vida que me dás todos os dias
David Mourão-Ferreira
1 de dezembro de 2003
27 de novembro de 2003
(pensamento do dia)
gostava mesmo que aqui estivesses. a cinco minutos de minha casa. e me mostrasses o que farias se estivesses... a cinco minutos de minha casa.
nunca fui ao majestic e gostava muito de lá te levar.
numa noite em que fossemos romancear pelas ruas do porto. ou tarde. ou manhã, ou dia inteiro. whatever...
e o teu corpo não escapará à objectiva da máquina que não tenho...
gostava mesmo que aqui estivesses. a cinco minutos de minha casa. e me mostrasses o que farias se estivesses... a cinco minutos de minha casa.
nunca fui ao majestic e gostava muito de lá te levar.
numa noite em que fossemos romancear pelas ruas do porto. ou tarde. ou manhã, ou dia inteiro. whatever...
e o teu corpo não escapará à objectiva da máquina que não tenho...
25 de novembro de 2003
o andré tem no blog dele esta fotografia do al berto. de quem eu gosto muito muito.
muito muito, assim como quando acordamos no inverno e está sol fora da janela.
muito muito como quando chegamos a casa e a lareira está acesa e toda a casa tem aquele brilho especial.
muito muito como quando vagueio pelas desertas ruas do porto nocturno.
muito muito como quando encontramos uma flor seca no bolso do casaco que já não vestíamos desde o verão passado.
muito muito como quando encontramos fotografias das últimas férias, aquelas que jurámos serem as melhores até hoje...
gosto muito muito do al berto por razões intrínsecas e tenho muita muita pena que ele tenha morrido antes que eu lhe pudesse mostrar um segredo que trago sempre nos bolsos...
gosto muito muito do al berto. e pronto. era disso que eu hoje queria falar.
20 de novembro de 2003
há coisas que sabemos intrinsecamente. e há coisas que nem intrínsecamente admitimos em voz alta.
infelizmente para nós (digo eu), cometi o erro (será?) de dizer em voz alta aquilo que sabíamos. intrínsecamente.
e a maior razão pela qual me entristeço, para além da tua partida, para além das tuas palavras que cortam por baixo da pele - derramamentos internos que não estancam com os primeiros raios de sol - são as minhas dores - traumatismos internos, interiores - que me causam maiores dores...
é como se diz "the first cut is the deepest". e tenho pensado tanto na tua história cada vez que ouço esta frase musicada.
e tenho pensado no esforço a que te tens submetido para gostares (mais) de mim...
não vale a pena: tenho apenas estofo para ser a amiga de que precisas. não a amante.
nem a tua e, parece-me, nem a de ninguém...
há coisas que não se deveriam dizer...
14 de novembro de 2003
13 de novembro de 2003
há coisas que nunca se dizem. há palavras que não se devem proferir em caso algum. por muita sinceridade e por muitas verdades que encerrem...
há palavras que nos ferem (tantas vezes mortalmente).
e há coisas que se desculpam.
mas que nunca se esquecem. ficam. ficam sempre.
no lugar mais remoto da memória. aquele lugar ao qual só temos acesso quando essas mesmas palavras nos ferem no escuro que há do lado de dentro dos olhos.
por isso defendo o pudor das palavras.
abaixo a promiscuidade de que tudo deve ser dito e confessado.
há palavras que nos ferem (tantas vezes mortalmente).
e há coisas que se desculpam.
mas que nunca se esquecem. ficam. ficam sempre.
no lugar mais remoto da memória. aquele lugar ao qual só temos acesso quando essas mesmas palavras nos ferem no escuro que há do lado de dentro dos olhos.
por isso defendo o pudor das palavras.
abaixo a promiscuidade de que tudo deve ser dito e confessado.
12 de novembro de 2003
pela primeira vez na minha vida tomei 1/4 de um calmante. coisa fraquinha, garantiram-me. espero que sim. aliás, penso que sim porque ainda tou com os níveis de ansiedade alterados, apesar de estar mais tranquila.
pequeno apontamento:
tinha-me já esquecido da tua doçura. relembrei-me quando casualmente fazia limpezas... há fragilidades que esquecemos tão facilmente...
pequeno apontamento:
tinha-me já esquecido da tua doçura. relembrei-me quando casualmente fazia limpezas... há fragilidades que esquecemos tão facilmente...
11 de novembro de 2003
não gosto
não gosto de me enervar.
não gosto de ter razão e de ma negarem.
não gosto de ser agredida. especialmente verbalmente.
não gosto que me tratem como uma criança de dois anos.
não gosto que me tratem como um ser inferior.
não gostei do fim deste dia que começou tão bem disposto.
não gostei. não gostei. não gostei.
ainda não aprendi os palavrões todos que me permitiriam chamar as coisas pelos nomes esta noite.
estou zangada. furiosa. completamente fora de mim. enervada.
não gosto de me enervar.
não gosto de ter razão e de ma negarem.
não gosto de ser agredida. especialmente verbalmente.
não gosto que me tratem como uma criança de dois anos.
não gosto que me tratem como um ser inferior.
não gostei do fim deste dia que começou tão bem disposto.
não gostei. não gostei. não gostei.
ainda não aprendi os palavrões todos que me permitiriam chamar as coisas pelos nomes esta noite.
estou zangada. furiosa. completamente fora de mim. enervada.
10 de novembro de 2003
doem-me as costas.
ouvi-te toda a noite. falaste sobre a tua familia, o que me comoveu sobremaneira. e todo o teu carinho, as tuas fragilidades afloraram nos teus lábios. tal como quando dormes num abandono de ti. nesse mesmo abandono a que te votas quando fechas os olhos...
acordei cedo. muito cedo e sei-te ainda a dormir... percorri as ruas que me levam a minha casa e pensei no quão bom seria se tu me esperasses. mas agora não pode ser e eu sei. sei sei sei.
não sei fazer jogos e não quero.
aliás, já te disse o queria de ti.

ouvi-te toda a noite. falaste sobre a tua familia, o que me comoveu sobremaneira. e todo o teu carinho, as tuas fragilidades afloraram nos teus lábios. tal como quando dormes num abandono de ti. nesse mesmo abandono a que te votas quando fechas os olhos...
acordei cedo. muito cedo e sei-te ainda a dormir... percorri as ruas que me levam a minha casa e pensei no quão bom seria se tu me esperasses. mas agora não pode ser e eu sei. sei sei sei.
não sei fazer jogos e não quero.
aliás, já te disse o queria de ti.
8 de novembro de 2003
"nothing is as beautiful as when she believes... in me"
nova resolução: agora só tiro álbuns inteiros e não músicas avulso.
na ntv (mais conhecida por ninguém te vê) correu tudo bem, ou assim julgo... ainda não tive a oportunidade de (me) ver... o joão portou-se muito bem, apesar de estar nervoso. bom, eu também estava mas tava a dar uma de "cool and relaxed". bom, mas ele é que é o director do up, logo, era natural estar mais nervoso.
de acordo com a nova resolução, tirei "diamonds on the inside" do ben harper... e tou a gostar desta nova resolução... o quanto perdemos por nos limitarmos às hit songs... não que eu já não soubesse disso e partilhasse essa mesma ideia...
nada é mais bonito que quando acreditas em mim... pena é não acreditares nunca...
nova resolução: agora só tiro álbuns inteiros e não músicas avulso.
na ntv (mais conhecida por ninguém te vê) correu tudo bem, ou assim julgo... ainda não tive a oportunidade de (me) ver... o joão portou-se muito bem, apesar de estar nervoso. bom, eu também estava mas tava a dar uma de "cool and relaxed". bom, mas ele é que é o director do up, logo, era natural estar mais nervoso.
de acordo com a nova resolução, tirei "diamonds on the inside" do ben harper... e tou a gostar desta nova resolução... o quanto perdemos por nos limitarmos às hit songs... não que eu já não soubesse disso e partilhasse essa mesma ideia...
nada é mais bonito que quando acreditas em mim... pena é não acreditares nunca...
6 de novembro de 2003
ontem: manif em lisboa. muita gente, muitas declarações que fazem sorrir de ironia...
hoje: reportagem para fazer, acordar cedo (novamente)
ainda não vi nenhuma imagem hoje que me faça acordar realmente. ontem estive deitada no chão do terreiro do paço. encontros imediatos que fazem pensar no decurso das coisas apenas se o "se" fosse diferente... palavras tantas que desnudam a natureza humana... há dias em que as pessoas não me apetecem.
hoje tenho saudades de calor humano.
hoje: reportagem para fazer, acordar cedo (novamente)
ainda não vi nenhuma imagem hoje que me faça acordar realmente. ontem estive deitada no chão do terreiro do paço. encontros imediatos que fazem pensar no decurso das coisas apenas se o "se" fosse diferente... palavras tantas que desnudam a natureza humana... há dias em que as pessoas não me apetecem.
hoje tenho saudades de calor humano.
4 de novembro de 2003
há cores que mexem comigo. o vermelho, por exemplo... e há as folhas das árvores, aquelas que não caem no outono, apesar do tempo estar mais frio e convide ao aconchego.
trabalho à minha espera, como quem ansiasse a minha presença permanente.
tenho um mês para escrever sobre o Porto, tenho um mês para ver a liberdade. datas impostas, organização simbólica do tempo no espaço.

by nan goldin
há imagens que me ficam na retina, sem que tenha onde as passar para o papel, a viagem que faço até ti, as imagens que passam por mim na janela, o teu olhar, a curva do teu pescoço e das tuas pernas, o subtil contorno do teu corpo...
tenho pensado em ir para longe, para muito longe...

os meus olhos estão bem, recuperação em boa forma, visão raio-x... uma beleza... agora só para o ano...
3 de novembro de 2003
Porto Sentido
Carlos Tê / Rui Veloso
Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do pilar
Vê um velho casario
Que se estende até ao mar
Quem te vê ao vir da ponte
És cascata sanjoanina
Erigida sobre um monte
No meio da neblina
Por ruelas e calçadas
Da ribeira até à foz
Por pedras sujas e gastas
E lampiões tristes e sós
Esse teu ar grave e sério
Num rosto de cantaria
Que nos oculta o mistério
Dessa luz bela e sombria
Ver-te assim abandonado
Nesse timbre pardacento
Nesse teu jeito fechado
De quem moi um sentimento
E é sempre a primeira vez
Em cada regresso a casa
Rever-te nessa altivez
De milhafre ferido na asa
se me viesses ver... se atravessasses o rio e me viesses ver, mostrava-te os clérigos e as ruas estreitas da ribeira... mostrava-te o rio e o verde desta cidade. mostrava-te as casas tristes de ausências e como o porto pode ser bonito. se me viesses ver... se me viesses ver far-me-ias sorrir na minha cidade.
31 de outubro de 2003
uma última entrada antes de ir de fim de semana...
já não vou a casa há muito tempo. não que tenha propriamente muitas saudades mas mais uma questão de avolumar excessivo de roupa para lavar... ;)
gostei desta imagem da shiro... é exactamente assim que estou a sentir...
já não vou a casa há muito tempo. não que tenha propriamente muitas saudades mas mais uma questão de avolumar excessivo de roupa para lavar... ;)
gostei desta imagem da shiro... é exactamente assim que estou a sentir...
28 de outubro de 2003
aqui está no que acredito... call me a believer :)
Ben Harper in Diamonds on the inside
With my own two hands
I can change the world
With my own two hands
Make a better place
With my own two hands
Make a kinder place
With my own two hands
With my own
With my own two hands
I can make peace on earth
With my own two hands
I can clean up the earth
With my own two hands
I can reach out to you
With my own two hands
With my own
With my own two hands
I'm gonna make it a brighter place
I'm gonna make it a safer place
I'm gonna help the human race
With my own
With my own two hands
I can hold you
With my own two hands
I can comfort you
With my own two hands
But you got to use
Use your own two hands
Use your own
Use your own two hands
With our own
With our own two hands
With my own
With my own two hands
Ben Harper in Diamonds on the inside
With my own two hands
I can change the world
With my own two hands
Make a better place
With my own two hands
Make a kinder place
With my own two hands
With my own
With my own two hands
I can make peace on earth
With my own two hands
I can clean up the earth
With my own two hands
I can reach out to you
With my own two hands
With my own
With my own two hands
I'm gonna make it a brighter place
I'm gonna make it a safer place
I'm gonna help the human race
With my own
With my own two hands
I can hold you
With my own two hands
I can comfort you
With my own two hands
But you got to use
Use your own two hands
Use your own
Use your own two hands
With our own
With our own two hands
With my own
With my own two hands
tenho saudades de escrever aqui...
recomecei a escrever algumas linhas de maior ficção... daquelas que, depois de muitas juntas se assemelham tanto à realidade que quase não as conseguimos distinguir dela...
tenho saudades de escrever sem tempo... estou farta de tanta coisa... parar muito tempo, indefinidamente, escrever até doer... "as coisas visíveis nunca reais"...
tenho saudades de escrever aqui mas não me apetece mais... talvez depois...
recomecei a escrever algumas linhas de maior ficção... daquelas que, depois de muitas juntas se assemelham tanto à realidade que quase não as conseguimos distinguir dela...
tenho saudades de escrever sem tempo... estou farta de tanta coisa... parar muito tempo, indefinidamente, escrever até doer... "as coisas visíveis nunca reais"...
tenho saudades de escrever aqui mas não me apetece mais... talvez depois...
26 de outubro de 2003
como os dias se repetem à distância do tempo...
saíres da minha vida é uma rotina como qualquer outra. saíres da minha vida não é mais nem menos comum que os dias de sol.
sabes como é que eu sei que isto não vai resultar? porque o número de vezes que sorris é bem menor que as vezes em que não o fazes.
há dias parecidos, ao longo dos tempos. há dias iguais até.
mas é pela diferença que primamos e é o que nos é exterior que procuramos.
se não te quero olhar é por te sentir estranha e exterior, sem que te consiga ver abaixo do nível da pele.
nada sinto que não o teu impermeável silêncio por entre os minutos.
minha vida... palavras como intervalos dos silêncios.
nada tens a preocupar-te. 600 km serão suficientes para que a minha presença rapidamente se desvaneça dos teus dias.
há distâncias que ajudam a esquecer.
a tua é uma delas.
21 de outubro de 2003
tindersticks no coliseu: fantástico, brilhante!
surpreendente. não tenho muito mais palavras. o ponto alto foi, de facto tiny tears. toda a gente a cantar...
estás doente... fico preocupada, como não?
o meu mundo preparado para a tua chegada e não vens... viagens que ficam por fazer, palavras que ficam por dizer. irei eu ter contigo.
a preocupação de ser eu no gestos e no olhar, a preocupação de te ver...
e sim, joana, provavelmente tens razão ao dizer que não sou como os outros, que não sou normal. mas também nunca fiz por isso e primar pela diferença é uma qualidade que aprecio bastante e gosto de cultivar. não ser diferente por ser mas pura e simplesmente por ser essa a essência do indivíduo. assim como tu própria és diferente e particular do resto da multidão, assim como o teu próprio olhar te leva a ver as coisas de forma distinta e especial...
o mundo não é um lugar singular, felizmente...
obg pela confiança. foi uma boa confissão, a de ontem...
surpreendente. não tenho muito mais palavras. o ponto alto foi, de facto tiny tears. toda a gente a cantar...
estás doente... fico preocupada, como não?
o meu mundo preparado para a tua chegada e não vens... viagens que ficam por fazer, palavras que ficam por dizer. irei eu ter contigo.
a preocupação de ser eu no gestos e no olhar, a preocupação de te ver...
e sim, joana, provavelmente tens razão ao dizer que não sou como os outros, que não sou normal. mas também nunca fiz por isso e primar pela diferença é uma qualidade que aprecio bastante e gosto de cultivar. não ser diferente por ser mas pura e simplesmente por ser essa a essência do indivíduo. assim como tu própria és diferente e particular do resto da multidão, assim como o teu próprio olhar te leva a ver as coisas de forma distinta e especial...
o mundo não é um lugar singular, felizmente...
obg pela confiança. foi uma boa confissão, a de ontem...
16 de outubro de 2003
há dias em que fico speechless...
hoje é um desses dias. caminhar pela miguel bombarda e passear pelo palácio de cristal deixa-me sempre sem palavras.
com uma enorme vontade de te mostrar, pelos meus olhos, o douro, a arrábida, o verde, a neblina que hoje pairava pela foz...
hoje pensei muito no futuro. conversas paralelas sobre a insegurança do que virá a seguir a tudo isto. a azáfama de ideias que pairam sobre mim e me deixam extenuada...
vou tomar um café. faz-me falta alguma cafeína no sangue e a familiaridade do "caloirinho"
hoje é um desses dias. caminhar pela miguel bombarda e passear pelo palácio de cristal deixa-me sempre sem palavras.
com uma enorme vontade de te mostrar, pelos meus olhos, o douro, a arrábida, o verde, a neblina que hoje pairava pela foz...
hoje pensei muito no futuro. conversas paralelas sobre a insegurança do que virá a seguir a tudo isto. a azáfama de ideias que pairam sobre mim e me deixam extenuada...
vou tomar um café. faz-me falta alguma cafeína no sangue e a familiaridade do "caloirinho"
13 de outubro de 2003
as memorias que trouxe comigo recheam-me ainda os dias que passo longe de ti. ha imagens que ficaram gravadas sem que o papel fotografico se manche com a tua imagem.
a cobardia foi dita, ainda estou longe... muito longe do teu rosto e do dia em que o voltarei a tocar.
e se os teus dias passam em silencio os meus sao vividos numa turbolencia entorpecida pelas horas que teimam em nao passar entre nos. no espaco que vai do meu ao teu corpo.
tenho saudades tuas.
8 de outubro de 2003
6 de outubro de 2003
fim de primeiro dia de aulas. gestão de informação foi eleita, após quinze exaustivos minutos, como a disciplina mais aborrecida do primeiro semestre. está montes de gente na faculdade. at� já parecemos um curso a sério!
de qualquer forma estive a arranjar este novo template... que ainda � tempor�rio... n�o � bem isto que eu tinha em mente...
não vou deixar de (voltar a) referir o meliante. não só por ser o blog do joão mas especialmente por ter críticas bem escritas e bem feitas.
esta crítica da actualidade vem um pouco tarde demais mas...
a polémica da entrada da filha de Martins da Cruz na universidade através da assinatura de um estatuto excepcional para que esta pudesse, através dele, aceder ao ensino superior é mais uma prova concreta de corrupção. após este escândalo a atitude correcta seria a demissão dos dois ministros. ta, como já pudemos observar, não aconteceu. pedro lynce demitiu-se, tonando-se assim o bode expiatório de toda esta situação, o sacrificado. à sua demissão, dever-se-iam seguir a do director da Direcção Geral do Ensino Superior (DGES) (que na televisão afirmou existirem "excepções não compreendidas na lei") e a do próprio Martins da Cruz.
ninguém, no seu perfeito juízo e em consciência acredita que este não tinha conhecimento da existência do requerimento. aliás, o próprio admitiu que a filha se aconselhou juridicamente acerca deste assunto - procedimento perfeitamente natural para quem se candidata a ensino superior.
de qualquer forma estive a arranjar este novo template... que ainda � tempor�rio... n�o � bem isto que eu tinha em mente...
não vou deixar de (voltar a) referir o meliante. não só por ser o blog do joão mas especialmente por ter críticas bem escritas e bem feitas.
esta crítica da actualidade vem um pouco tarde demais mas...
a polémica da entrada da filha de Martins da Cruz na universidade através da assinatura de um estatuto excepcional para que esta pudesse, através dele, aceder ao ensino superior é mais uma prova concreta de corrupção. após este escândalo a atitude correcta seria a demissão dos dois ministros. ta, como já pudemos observar, não aconteceu. pedro lynce demitiu-se, tonando-se assim o bode expiatório de toda esta situação, o sacrificado. à sua demissão, dever-se-iam seguir a do director da Direcção Geral do Ensino Superior (DGES) (que na televisão afirmou existirem "excepções não compreendidas na lei") e a do próprio Martins da Cruz.
ninguém, no seu perfeito juízo e em consciência acredita que este não tinha conhecimento da existência do requerimento. aliás, o próprio admitiu que a filha se aconselhou juridicamente acerca deste assunto - procedimento perfeitamente natural para quem se candidata a ensino superior.
template temporário... que acham???
é verdade, o joão já tem um blog... o meliante... não deixem de passar por lá
é verdade, o joão já tem um blog... o meliante... não deixem de passar por lá
3 de outubro de 2003
estou mesmo de volta...
as aulas começam segunda feira... não é uma notícia que me apraze por aí além...
mas estou de volta de longe... de muito longe...
tomei um banho, algo no estômago a reconfortar... doem-me os olhos...não pela luminosidade ou por alguma sequela da operação mas por tua causa... e não é tudo culpa tua mas a dor nos meus olhos é efeito do que causaste (não eras tu que me falavas da causa-efeito?). escrevi-te muito... e disseram-me que o espaço que já existe entre nós não é suficiente, que tenho de te dar mais. e não, não concordei contigo e com o que disseste ontem, se calhar não fui suficientemente explícita nesse ponto. sim, as minhas mãos ainda cheiram a ti.
tive pena que, nos teus poemas não tenhas um com o meu nome por título (queria ter-to dito enquanto o cafá ainda aquecia o meu peito mas pensei que não compreenderias...)
as aulas começam segunda feira... não é uma notícia que me apraze por aí além...
mas estou de volta de longe... de muito longe...
tomei um banho, algo no estômago a reconfortar... doem-me os olhos...não pela luminosidade ou por alguma sequela da operação mas por tua causa... e não é tudo culpa tua mas a dor nos meus olhos é efeito do que causaste (não eras tu que me falavas da causa-efeito?). escrevi-te muito... e disseram-me que o espaço que já existe entre nós não é suficiente, que tenho de te dar mais. e não, não concordei contigo e com o que disseste ontem, se calhar não fui suficientemente explícita nesse ponto. sim, as minhas mãos ainda cheiram a ti.
tive pena que, nos teus poemas não tenhas um com o meu nome por título (queria ter-to dito enquanto o cafá ainda aquecia o meu peito mas pensei que não compreenderias...)
24 de setembro de 2003
(re)ver-te através dos meus olhos....
António Franco Alexandre
in Fábula
"Agora vai ser assim: nunca mais te verei.
Esste facto simples, que todos me dizem ser simples, trivial,
e humano. como um destino orgânico e sensato,
fica em mim como um muro imóvel, um aspecto esquecido
e altivo de todas as coisas, de todas as palavras.
Sempre nos separaram as circunstâncias, e a essência
mesma dos dias, quando entre a relva e a copa das árvores
me esquecia de pensar, e o ar passava
por mim antes de erguer os caules verdes e alimentar
a vida sem imagens de paisagem. Marcávamos férias
em meses diferentes. O fim do ano, a páscoa, calhavam sempre
em outros dias. Tesouras surdas
rompiam o cordão dos telefones, e por engano
urgentes cartas atravessavam o plantea, apareciam
anos depois no arquivo municipal. E mais: a minha idade,
a tua, não poderiam nunca encontrar-se no mundo.
(...)"
aquele dia específico. encostados, os nossos ombros eu dizendo-te o poema o mais próximo do ouvido possível... tão próximo quanto as conveniências o permitiam... e depois, o senhor deste poema a deslumbrar-me...
vê bem, era sobre o mundo que te queria hoje falar...
António Franco Alexandre
in Fábula
"Agora vai ser assim: nunca mais te verei.
Esste facto simples, que todos me dizem ser simples, trivial,
e humano. como um destino orgânico e sensato,
fica em mim como um muro imóvel, um aspecto esquecido
e altivo de todas as coisas, de todas as palavras.
Sempre nos separaram as circunstâncias, e a essência
mesma dos dias, quando entre a relva e a copa das árvores
me esquecia de pensar, e o ar passava
por mim antes de erguer os caules verdes e alimentar
a vida sem imagens de paisagem. Marcávamos férias
em meses diferentes. O fim do ano, a páscoa, calhavam sempre
em outros dias. Tesouras surdas
rompiam o cordão dos telefones, e por engano
urgentes cartas atravessavam o plantea, apareciam
anos depois no arquivo municipal. E mais: a minha idade,
a tua, não poderiam nunca encontrar-se no mundo.
(...)"
aquele dia específico. encostados, os nossos ombros eu dizendo-te o poema o mais próximo do ouvido possível... tão próximo quanto as conveniências o permitiam... e depois, o senhor deste poema a deslumbrar-me...
vê bem, era sobre o mundo que te queria hoje falar...
19 de setembro de 2003
retorno nesta noite de calor, antes de te ligar, de te dizer "boa noite meu sorriso", venho aqui dizer que voltei... que abri os olhos e que vejo. que vejo bem. que tenho saudades do porto mas tenho mais saudades de ti.
descobri mew por causa de um favor e são eles que me fazem companhia esta noite... estou a tentar tirar um qualquer álbum de mandalay também mas está difícil... tá tudo em braga pelo encontro de weblogers. tenho pena de não ter ido...
fui no entanto a lisboa a semana passada.
conhecer-te foi uma sensação tão boa... a viagem de regresso feita com ansiedade de te rever... de te conhecer, de te reconhecer.
mais de seiscentos passos da minha à tua rua e mesmo assim são passos que quero dar e conhecer... reconhecer o teu verde olhar por entre os edificios...
quero fotografar-te. imortalizar a tua beleza num instante fotográfico...
vamos até à praia?
descobri mew por causa de um favor e são eles que me fazem companhia esta noite... estou a tentar tirar um qualquer álbum de mandalay também mas está difícil... tá tudo em braga pelo encontro de weblogers. tenho pena de não ter ido...
fui no entanto a lisboa a semana passada.
conhecer-te foi uma sensação tão boa... a viagem de regresso feita com ansiedade de te rever... de te conhecer, de te reconhecer.
mais de seiscentos passos da minha à tua rua e mesmo assim são passos que quero dar e conhecer... reconhecer o teu verde olhar por entre os edificios...
quero fotografar-te. imortalizar a tua beleza num instante fotográfico...
vamos até à praia?
1 de setembro de 2003
25 de agosto de 2003
estou cansada... quatro horas de conversa ontem à noite assemelharam-se a uma directa que resultou num sono demasiado profundo para que resolvesse algumas questões pendentes...
tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, e, concluindo esta ideia, tou farta de ílhavo...
ainda bem que já anda gente novamente a cirandar pelo staring e pelo borras... ao menos já me sinto mais acompanhada...
obg maquiavel por esta lista de filmes...
tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo,tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, tou farta de ílhavo, e, concluindo esta ideia, tou farta de ílhavo...
ainda bem que já anda gente novamente a cirandar pelo staring e pelo borras... ao menos já me sinto mais acompanhada...
obg maquiavel por esta lista de filmes...
20 de agosto de 2003
há sorrisos de verão que me faltam este ano...
conheci a maria... ou melhor, foi ela que me conheceu... gosto desta menina-de-sorriso-aberto que me aparece à noite lembrar-me do calor de sorrisos nocturnos...
magoaste-me e não é costume passar-se tanto tempo até me dizeres "desculpa, mas eu já te tinha dito que te ia magoar"...
confesso que estou preocupada porque não dás notícias. liga-me. escreve-me. diz-me que não te arrependes.
mas diz-me.
conheci a maria... ou melhor, foi ela que me conheceu... gosto desta menina-de-sorriso-aberto que me aparece à noite lembrar-me do calor de sorrisos nocturnos...
magoaste-me e não é costume passar-se tanto tempo até me dizeres "desculpa, mas eu já te tinha dito que te ia magoar"...
confesso que estou preocupada porque não dás notícias. liga-me. escreve-me. diz-me que não te arrependes.
mas diz-me.
18 de agosto de 2003
17 de agosto de 2003
lol lol lol, joana, já me fizeste rir um bocado (pela primeira vez hoje) com este teste...
pure
What's YOUR sexual fetish?
brought to you by Quizilla
pure
What's YOUR sexual fetish?
brought to you by Quizilla
16 de agosto de 2003
Al Berto - Regresso às Histórias Simples in O Medo
"6
embebedavas-te
na travessia daquele verão bebias muito vinho
na vertigem de fogosos corpos pouco sabias
acerca do ciúme e da traição
confiavas demasiado em ti eras alto e magro
nunca traficaras armas em Harrar
tinhas o peito cansado o andar lento
e jamais pernoitaras sob o céu de Alexandria
escuta
a partir de hoje abandono-te para sempre
ao silêncio de quem escreve versos
em Portugal
tens trinta e sete anos como Rimbaud
talvez seja tempo de começares a morrer"
"6
embebedavas-te
na travessia daquele verão bebias muito vinho
na vertigem de fogosos corpos pouco sabias
acerca do ciúme e da traição
confiavas demasiado em ti eras alto e magro
nunca traficaras armas em Harrar
tinhas o peito cansado o andar lento
e jamais pernoitaras sob o céu de Alexandria
escuta
a partir de hoje abandono-te para sempre
ao silêncio de quem escreve versos
em Portugal
tens trinta e sete anos como Rimbaud
talvez seja tempo de começares a morrer"
14 de agosto de 2003
por:
João MacDonald e Jorge Manuel Lopes
O futuro é dos jovens jornalistas
Melhor do que a Escola de Natação Para Peixes que uma vez o Peninha fundou em casa do Donald (com um curso de aviação para peixes-voadores), só mesmo a Associação Nacional dos Jovens Jornalistas, apresentada publicamente no final do ano transacto e que é apoiada pela Associação Nacional de Jovens Empresários.
Jovem: se és jovem e ambicioso, tens um curso de jornalista, procuras aventura e emoção, junta-te à Associação Nacional de Jovens Jornalistas, por que eles podem ajudar-te no futuro profissional. Porquê? Porque os Jovens Empresários, que, para quem ainda não saiba, são os garantes da integridade jornalística e do Código Deontológico, encontram-se imbuídos de uma vontade incontrolável de lutar pelos direitos dos Jovens Jornalistas que não se conseguem defender dos Velhos Jornalistas e dos Velhos Empresários. Juntos o futuro sorrirá radioso, as notícias serão mais verdadeiras e que nem sequer se pense na mistura explosiva que pode resultar de combinar jornalistas com empresários. Ambos respeitam-se, amam-se, admiram-se, entreajudam-se, lutam por um propósito comum.
Desta junção associativa pode-se finalmente perceber o que quer dizer a tão usada expressão é estratágia sustentada: em bom inglês, "I scratch your backs and you scratch mine". J.M. (jovem jornalista)
in revista 365
João MacDonald e Jorge Manuel Lopes
O futuro é dos jovens jornalistas
Melhor do que a Escola de Natação Para Peixes que uma vez o Peninha fundou em casa do Donald (com um curso de aviação para peixes-voadores), só mesmo a Associação Nacional dos Jovens Jornalistas, apresentada publicamente no final do ano transacto e que é apoiada pela Associação Nacional de Jovens Empresários.
Jovem: se és jovem e ambicioso, tens um curso de jornalista, procuras aventura e emoção, junta-te à Associação Nacional de Jovens Jornalistas, por que eles podem ajudar-te no futuro profissional. Porquê? Porque os Jovens Empresários, que, para quem ainda não saiba, são os garantes da integridade jornalística e do Código Deontológico, encontram-se imbuídos de uma vontade incontrolável de lutar pelos direitos dos Jovens Jornalistas que não se conseguem defender dos Velhos Jornalistas e dos Velhos Empresários. Juntos o futuro sorrirá radioso, as notícias serão mais verdadeiras e que nem sequer se pense na mistura explosiva que pode resultar de combinar jornalistas com empresários. Ambos respeitam-se, amam-se, admiram-se, entreajudam-se, lutam por um propósito comum.
Desta junção associativa pode-se finalmente perceber o que quer dizer a tão usada expressão é estratágia sustentada: em bom inglês, "I scratch your backs and you scratch mine". J.M. (jovem jornalista)
in revista 365
bolas, acho que estou doente...
mensagens tuas.
pequenas frases que me perguntam se estou bem, se me vês esta noite.
já sei a resposta. e até tu a sabes.
não.
sim, sei onde te encontrar esta noite, se quiser. não é que possa mas, mesmo que pudesse, não sei se quereria encontrar-te. embora faça planos para te encontrar daqui a uns dias, planos que tu desconheces, não sei se será indicado para o mal do qual sofro.
não me fez sorrir. o teu nome no visor pequeno do telemóvel. não me fez sorrir, não me acelerou a pulsação. preocupante? talvez seja um indício... talvez não. tenho medo de te rever. de sentir o que senti quando te vi, depois de uma breve ausência. o coração batendo mais forte, a tua pele mais morena. o desejo de te desenhar... talvez seja melhor esquecermos-nos um pouco...
luzes fortes, cores quentes, um pouco de calor nocturno, umas gargalhadas com vontade, piadas e cumplicidades. vamos rebobinar esta cassete?
mensagens tuas.
pequenas frases que me perguntam se estou bem, se me vês esta noite.
já sei a resposta. e até tu a sabes.
não.
sim, sei onde te encontrar esta noite, se quiser. não é que possa mas, mesmo que pudesse, não sei se quereria encontrar-te. embora faça planos para te encontrar daqui a uns dias, planos que tu desconheces, não sei se será indicado para o mal do qual sofro.
não me fez sorrir. o teu nome no visor pequeno do telemóvel. não me fez sorrir, não me acelerou a pulsação. preocupante? talvez seja um indício... talvez não. tenho medo de te rever. de sentir o que senti quando te vi, depois de uma breve ausência. o coração batendo mais forte, a tua pele mais morena. o desejo de te desenhar... talvez seja melhor esquecermos-nos um pouco...
luzes fortes, cores quentes, um pouco de calor nocturno, umas gargalhadas com vontade, piadas e cumplicidades. vamos rebobinar esta cassete?
estou a pensar em mudar o visual do blog... talvez para algo mais quente. não é o sr. jorge marinho que diz que, quando temos frio devemos usar cores quentes? pois eu estou a pensar em cores muito quentes.
tenho de actualizar e reorganizar os meus links...
vim aqui num intervalo do trabalho... hoje estou "a serviço" todo o dia...
não consigo dormir em condições. já tenho enormes olheiras. nem sonhar. sempre acordada, sempre em sobressalto... não é muito comum nem muito normal em mim. tenho tido tonturas e andado mal disposta fisicamente (o resto não é chamado à questão, por enquanto). não é concepção. só se for imaculada. e para isso ainda não vi o tipo, o gabriel, o das asas...
tenho uma queimadura nas costas e não a consigo curar... como se curam quimaduras de químicos, alguém me sabe dizer?
tou farta de escuteirinhos. não tenho falado em mais nada senão neles e no seu aniversário, que ando a filmar... blargh... às vezes só me apetecia dar-lhes um nó nas pernas...
não me lembro de ter um bocadinho para mim, a não ser talvez ontem à noite quando decidi passar uns poemas a limpo. faz-me falta ler um livro, descansada, sem horário para nada. faz-me falta o porto, os clérigos, quero comprar uma lomo. fazem-me falta algumas conversas, algumas companhias, algumas imagens.
de volta ao trabalho... acabou a minha pausa...
tenho de actualizar e reorganizar os meus links...
vim aqui num intervalo do trabalho... hoje estou "a serviço" todo o dia...
não consigo dormir em condições. já tenho enormes olheiras. nem sonhar. sempre acordada, sempre em sobressalto... não é muito comum nem muito normal em mim. tenho tido tonturas e andado mal disposta fisicamente (o resto não é chamado à questão, por enquanto). não é concepção. só se for imaculada. e para isso ainda não vi o tipo, o gabriel, o das asas...
tenho uma queimadura nas costas e não a consigo curar... como se curam quimaduras de químicos, alguém me sabe dizer?
tou farta de escuteirinhos. não tenho falado em mais nada senão neles e no seu aniversário, que ando a filmar... blargh... às vezes só me apetecia dar-lhes um nó nas pernas...
não me lembro de ter um bocadinho para mim, a não ser talvez ontem à noite quando decidi passar uns poemas a limpo. faz-me falta ler um livro, descansada, sem horário para nada. faz-me falta o porto, os clérigos, quero comprar uma lomo. fazem-me falta algumas conversas, algumas companhias, algumas imagens.
de volta ao trabalho... acabou a minha pausa...
13 de agosto de 2003
morreu o alex.
não vou mentir: não era suficientemente próximo para que eu sinta a sua falta imensamente no meu dia-a-dia. mas não era suficientemente afastado para ficar indiferente.
com ele ficam algumas das boas recordações de longas caminhadas, de conversas tolas e de sorrisos. lembro o sorriso e a delicadeza do alex.
o alex morreu em espanha.
já não via o alex há muito tempo.
o alex morreu a trabalhar...
o alex não teve culpa.
não quero falar mais. tenho pensado demasiado em morte este fim de semana. e agora o alex morre.
não vou mentir: não era suficientemente próximo para que eu sinta a sua falta imensamente no meu dia-a-dia. mas não era suficientemente afastado para ficar indiferente.
com ele ficam algumas das boas recordações de longas caminhadas, de conversas tolas e de sorrisos. lembro o sorriso e a delicadeza do alex.
o alex morreu em espanha.
já não via o alex há muito tempo.
o alex morreu a trabalhar...
o alex não teve culpa.
não quero falar mais. tenho pensado demasiado em morte este fim de semana. e agora o alex morre.
12 de agosto de 2003
cai. de olhos postos no céu, cai.
eu já sabia, já o pressentia antes de o saber.
e agora estragámos tudo. a cumplicidade nunca será a mesma. danifiquei aquilo que tinha ficado de nós. há coisas que o tempo não apaga. há palavras que se inscrevem em nós. e não, não me lembrei de me apaixonar por ti ao fim de ano e meio. aconteceu. contra vontade. porque tu não estás só. porque eu e tu somos um dos mais bem guardados segredos da minha vida. porque, como todos aqueles que se aproximam de mim, partes. e eu vejo-te partir. ainda que te diga que ainda te escrevo que te sei de cor, que te sinto à flor da pele. mas não valerá a pena dizer-te tais palavras. as minhas dores, que te incomodam, são apenas minhas, são problemas com os quais tenho de lidar. tu não.
não me acreditaste quando te disse "estou a apaixnoar-me por ti". não faz mal. continua a não acreditar. pode ser que assim os estragos sejam menores e tu não dás conta dos problemas que tenho a resolver....
eu já sabia, já o pressentia antes de o saber.
e agora estragámos tudo. a cumplicidade nunca será a mesma. danifiquei aquilo que tinha ficado de nós. há coisas que o tempo não apaga. há palavras que se inscrevem em nós. e não, não me lembrei de me apaixonar por ti ao fim de ano e meio. aconteceu. contra vontade. porque tu não estás só. porque eu e tu somos um dos mais bem guardados segredos da minha vida. porque, como todos aqueles que se aproximam de mim, partes. e eu vejo-te partir. ainda que te diga que ainda te escrevo que te sei de cor, que te sinto à flor da pele. mas não valerá a pena dizer-te tais palavras. as minhas dores, que te incomodam, são apenas minhas, são problemas com os quais tenho de lidar. tu não.
não me acreditaste quando te disse "estou a apaixnoar-me por ti". não faz mal. continua a não acreditar. pode ser que assim os estragos sejam menores e tu não dás conta dos problemas que tenho a resolver....
6 de agosto de 2003
1 de agosto de 2003
evanescence
my immortal
i'm so tired of being here
suppressed by all of my childish fears
and if you have to leave
i wish that you would just leave
because your presence still lingers here
and it won't leave me alone
these wounds won't seem to heal
this pain is just too real
there's just too much that time cannot erase
when you cried i'd wipe away all of your tears
when you'd scream i'd fight away all of your fears
and i've held your hand through all of these years
but you still have all of me
you used to captivate me
by your resonating light
but now i'm bound by the life you left behind
your face it haunts my once pleasant dreams
your voice it chased away all the sanity in me
these wounds won't seem to heal
this pain is just too real
there's just too much that time cannot erase
when you cried i'd wipe away all of your tears
when you'd scream i'd fight away all of your fears
and i've held your hand through all of these years
but you still have all of me
i've tried so hard to tell myself that you're gone
and though you're still with me
i've been alone all along
my immortal
i'm so tired of being here
suppressed by all of my childish fears
and if you have to leave
i wish that you would just leave
because your presence still lingers here
and it won't leave me alone
these wounds won't seem to heal
this pain is just too real
there's just too much that time cannot erase
when you cried i'd wipe away all of your tears
when you'd scream i'd fight away all of your fears
and i've held your hand through all of these years
but you still have all of me
you used to captivate me
by your resonating light
but now i'm bound by the life you left behind
your face it haunts my once pleasant dreams
your voice it chased away all the sanity in me
these wounds won't seem to heal
this pain is just too real
there's just too much that time cannot erase
when you cried i'd wipe away all of your tears
when you'd scream i'd fight away all of your fears
and i've held your hand through all of these years
but you still have all of me
i've tried so hard to tell myself that you're gone
and though you're still with me
i've been alone all along
30 de julho de 2003
conversa que agora tive na net... não resisti... foi cândida demais para ser ignorada
peço desculpa à pessoa, a quem não ocultarei o nome por se desenrolar a partir dele outra parte da conversa.
" pois é
não é
é é
vais ver...
lol
ai é?
:)
acho q me vou embora
pq?
pa onde?
vinha cheio de energia
mas isto cansa me~
isto?
isto de escrever
depende do quee screves
:)
tudo depende sempre de alguma coisa
nem sempre
tens alguma janela?
tenho
o q ves?
o céu, pela esquadria do telhado
:)
logo o céu...
que tem o céu?
tinhas de ver logo o céu!
que tem o céu?
o céu n existe
custumas sonhar?
bastante
bons sonhos, entao
ate mais
até menoa
menos
lol
como te chamas?
o nome do céu, do sonho, da net ou a realidade?
qualquer um
um qualquer então?
n deve haver mtas diferenças
entre as letras?
huhum
poderá haver, n te esqueças que o alfabeto portugus tem 24 letras!
tou triste...
buuuuu
posso perguntar porquê?
oh...
tanta coisa
por exemplo...
jamais irias perceber
achas?
tou meio a brincar
e meio a sério ent
e meio a sério então
mas a verdade é q tou sempre triste
excepto qd me esqueço de ficar triste
e hoje lembraste-te, foi?
:)
em abstrato, sou um inadaptado
resume quase tudo
ao céu?
ao q n posso tocar, sim
ha coisas q me frustam e me magoam
e q nao posso fazer puto
mas isso acontece com toda a gente
so q, uns lidam melhor q outros...
e uns ligam melhor que outros
tu es de q cor?
:)
lilás
e tu?
eu mudo,
como os chocos
:)
depende do ambiente ~
depende do q tenho ao lado
o objectivo é passar anonimo
indiferente?
nao. atento e anonimo
atento? a que?
atento! parararapapa
um dos três é
uma musica...
oh sei la
atento aos outros. eu gosto das pessoas
observo bastante
imagino coisas, faço filmes
e que fazes depois?
crio cenarios, invento historias
nao faço mto...
com as pessoas ou com os detalhes?
com as pessoas e os detalhes
junto tudo
e ficas triste?
normalmente...
tu choras?
sim
choras pk?
uma infinidade de coisas... detalhes, o céu, os sonhos
qd choraste pla ultima x?
há duas semanas
pk foi?
queres mesmo que te conte?
claro.
sonhei com a morte de alguém que n vejo há muito tempo. senti essa mesma morte fisicamente e acordei a chorar... depois, n consegui dormir mais e passei a noite no céu, com os detalhes, a chorar
:)
e tu?
costumas chorar?
nao mto
n choro ha imenso tempo
e sonhar?
tb n custumo sonhar
quando foi a última vez que não choraste?
ou talvez sonhe demais
no outro dia chorei num filme
ja n me lembro do filme, so me lembro da situaçao
qual era?
alguem q dava a vida por outra pessoa
eu gostava de dar a minha vida por alguem
eu gostava de abraçar alguém com a vida toda
:)
irias sufoca la
achas? é
obvio...
ninguem aguenta tal
de ser abraçado com a vida toda ou de abraçar com a vida toda?
ser abraçado
n imaginas o sufoco?
o tempo todo sim...
mas n queria abraçar o tempo todo
abraçar uma vez alguém com a vida toda, por um momento
nunca dou abraços
mas hj dei alguns, curiosamente
porque?
vou mudar de emprego
:)
chateia me a mudança e chateia me a rotina
chateiam me as pessoas antigas e as pessoas q ainda n vieram
eu n gosto de rotina... já mudei muito
pagam te?
vendes te?
para mudar?
tambem
não
não
quem te alimenta?
vou-me nutrindo
n tens problemas de digestao?
quase nunca
e comes de tudo?
quase tudo... há coisas que n são de comer
q sorte...
é bom dominar o corpo a esse ponto
é um estagio evolutivo bastante positivo
:)
há que procurar sempre mudar para melhor
pois...
mudaste para melhor?
nao sei.
quem sabe?
o pressuposto é esse, mas nao sei
n posso prever
podes fazer um filme, a partir dos detalhes que viste?
ja fiz
e como era?
tem um final feliz
o clasico,
homem mulher crianças...
sorriso rasgado?
uma casa de ferias na montanha e bmw a porta
fade out no final em contra-luz num pôr do sol maritimo?
nao nao
close up montanhes
neblina, o cume das neves eternas
verde?
das árvores, quero dizer
mto verde
:)
bonito
alvores, um leito de agua q escorre
*arvores
peixes e essas coisas
pedras?
pedras, mtas pedras e ervas
e fumo
bastante fumo q se confunde com neblina
numa lareira quente?
aconchegante?
hehehe
golas altas?
tu es mto tommy hillfiger
(lol)
lol
ou caras deco
n, gosto é de aconchego
há mais alguma marca de lã fofa que hillfiger
sabes de onde vem a lã?
das ovelhas
hehe
com q idade aprendeste isso?
3 anos
ena
que foi?
foste à quita pedagógica?
foste à 'quinta pedagógica'?
não
e com q idade percebeste q o leite n vinha do supermercado?
tinha tb essa idade ou assim
a minha avó tinha vacas
:)
olha q lindo
as vacas?
a tua avo te las
tinha cavalos?
não
q pena é
mesmo...
os cavalos tem outro encanto
bem jovem...
gostei de falar ctg
sempre me ocupaste algum tempo
vais ficar triste para outro lado?
vou ficar triste pk nunca mais vou falar ctg
pq?
pk sao assim os processos modernos de comunicar
são?
n tem de se conhecer o receptor
alias, isso é uma opçao
e que puseste nessa opção?
q n vou escrever te mais
por contigencias varias...
algumas q n domino sequer
por exemplo?
vou desistir da netcabo
:)
gostei deste bocadinho contigo
pk?
foi diferente dos outros, mto igual ao meu monólogo interior... foi interior, da parte de dentro
da montanha
outros?
outros q te clicam?
que me clicam, poderemos dizer assim...
pois...
a vida é mm assim
instinto
tudo se resume ao instinto
basta seguir o instinto
e que te diz o instinto?
é facil escrever pra ti
ha nomes q nem uma linha consigo
é o caso agora?
nao
e que te diz o instinto agora?
tu es um especimem com boa comunicação escrita
o instinto atira me pa uma posicao horizontal,
agradeço a frase que tomarei como elogio
mas fico triste por ter gostado de ti
:)
fico triste por não voltares...
:)
isso deveria ser bastante pa eu voltar
mas não é
porque vais desistir da netcabo
hehe
entre outras várias contigências
achas razoavel continuar por tua causa?
gostaria de pensar que tal seria possível mas apenas vendo o possível filme que poderias fazer a partir destes detalhes daria a resposta à tua pergunta
:)
gostas do saramago?
q.b.
escreves como ele...
como ele?~
em que aspecto?
fica la bem entao
horizontaliza-te então...
:)
pode ser que, por contigêngias que n controlas nos voltemos a encontrar
n me disseste o nome
era importante
será?
Inês
qual é o teu?
'speechless' n da jeito nenhum
ines?
sim
ines...
:)
e tu?
eu n vou dizer
porquâ?
tu n ias perguntar mesmo
se eu n perguntasse
ia sim
so perguntaste o meu nome em reacçao
mas agora nunca o poderei provar
e tu nunca o saberás decerto
lol
mas tenho a curiosidade latente
ok, é justo
baltazar
como o rei mago
e que trazes, ouro, incenso ou mirra?
n sei bem. nunca investiguei
e o meu pai n me deixou ir à catequese
mas acho q é ouro
mas nem tudo o k luz é ouro...
o belchior levava incenso
e o gaspar mirra
só mirra se o lavares na máquina abaixo da temperatura suposta!
hehehe
o gaspar...
era o meu barbeiro
lol
pequenino, n?
fugiu com a mulher dum cliente...
sim, pequenino e fragil
a quem fazia barba ou cabelo?
ainda assim ficou com a mulher
:)
a quem lhe pagava...
a maior parte das pessoas sao assim
fazem aquilo para q lhes pagam
mas a esse cliente, decerto seria dificil fazer cabelo...
hehehehe
o cliente é sempre o ultimo a saber
:)
baltazar....
sabe redondo o teu nome
:)
boa noite ines
boa noite baltazar
gostei de saber q existes...
gostei de saber do teu filme na montanha"
peço desculpa à pessoa, a quem não ocultarei o nome por se desenrolar a partir dele outra parte da conversa.
"
é é
é bom dominar o corpo a esse ponto
é um estagio evolutivo bastante positivo
há mais alguma marca de lã fofa que hillfiger
é facil escrever pra ti
é o caso agora?
não sei se algum dia te disse mas gostava de te abraçar com a vida toda.
e não foi tão estranho assim ter saudades tuas.
está calor... sinto-me apaixonar, voltar a fechar os olhos e perder-me numa infantilidade de movimentos e sorrisos... n há objecto amado, não há um "alguém" amado sequer... apenas um calor, um brilho maior...
vai ser algo difícil separar-me da cumplicidade que temos.
e não foi tão estranho assim ter saudades tuas.
está calor... sinto-me apaixonar, voltar a fechar os olhos e perder-me numa infantilidade de movimentos e sorrisos... n há objecto amado, não há um "alguém" amado sequer... apenas um calor, um brilho maior...
vai ser algo difícil separar-me da cumplicidade que temos.
29 de julho de 2003
é oficial....
voltei! não sei se será para ficar durante muito tempo mas voltei...
foi bom. muita praia. mas, de certa forma, uma desilusão. eu que esperava encontrar um local verdejante com a praia de areia branca e o mar azul acabei por ir parar a uma zona turistica de palmeiras, areia branca e mar azul, é certo mas prédios, prédios e mais prédios de hotéis, estalagens, hospedarias, sei lá! e calor. muito calor. uma média de 40º todos os dias. ar condicionado toda a noite. todo o dia. cansaço dos músculos só por sair do hotel. mas água límpida, quente (como é quente o mediterrâneo!!!!). e la calobra, o lugar mais bonito desta viagem, de praias de pedra, água completamente cristalina, azul, verde, azul como eu nunca tinha visto...
boas surpresas: antes de ir: um telefonema que me dizia: é estranho mas vou ter saudades tuas
durante: um telefonema que me dizia:não quero que desapareças da minha vida. levá-la-ias contigo. apesar de eu saber que as palavras revelam apenas verdades momentâneas...
hoje: bom, o dia mal começa mas a joana escreveu-me... :)
tenho também a dizer que sonhei todas as noites desta semana. quase sempre com sentimentos e ideias abstractas, apesar dos meus sonhos se rechearem de pessoas e lugares.
a mala ainda não está desfeita. e ontem, pela primeira vez desde há cerca de 8 anos, senti arrependimento. senti-me quase esmagada com o arrependimento e, afinal, não é nada de especial... foi assim grande o sentido porque já não o sentia há tanto tempo... mas não há-de ser nada... nada que uns quantos banhos de mar (aqui frio.... brrrrrr) e de banheira não resolvam...
voltei! não sei se será para ficar durante muito tempo mas voltei...
foi bom. muita praia. mas, de certa forma, uma desilusão. eu que esperava encontrar um local verdejante com a praia de areia branca e o mar azul acabei por ir parar a uma zona turistica de palmeiras, areia branca e mar azul, é certo mas prédios, prédios e mais prédios de hotéis, estalagens, hospedarias, sei lá! e calor. muito calor. uma média de 40º todos os dias. ar condicionado toda a noite. todo o dia. cansaço dos músculos só por sair do hotel. mas água límpida, quente (como é quente o mediterrâneo!!!!). e la calobra, o lugar mais bonito desta viagem, de praias de pedra, água completamente cristalina, azul, verde, azul como eu nunca tinha visto...
boas surpresas: antes de ir: um telefonema que me dizia: é estranho mas vou ter saudades tuas
durante: um telefonema que me dizia:não quero que desapareças da minha vida. levá-la-ias contigo. apesar de eu saber que as palavras revelam apenas verdades momentâneas...
hoje: bom, o dia mal começa mas a joana escreveu-me... :)
tenho também a dizer que sonhei todas as noites desta semana. quase sempre com sentimentos e ideias abstractas, apesar dos meus sonhos se rechearem de pessoas e lugares.
a mala ainda não está desfeita. e ontem, pela primeira vez desde há cerca de 8 anos, senti arrependimento. senti-me quase esmagada com o arrependimento e, afinal, não é nada de especial... foi assim grande o sentido porque já não o sentia há tanto tempo... mas não há-de ser nada... nada que uns quantos banhos de mar (aqui frio.... brrrrrr) e de banheira não resolvam...
21 de julho de 2003
acordei com dores nos olhos... quase que não os consigo abrir... aliás, não consigo olhar em frente, o que é pior...
ainda não me habituei à ideia de que estou de férias... talvez mais logo à noite... sim, durante a próxima semana não haverá posts meus... vou estar longe... a tomar banho no mediterrâneo... ninguém quer vir? se calhar a ideia de ir sozinha não foi muito boa...
quarta-feira não percam o deus das pequenas coisas com o público! é um livro simplesmente fenomenal.... eu já o reservei... como não estou cá, teve de ser...
já fiz a mala... ainda está aberta mas já está feita... acho que não sei fazer malas para férias, parecia que estava a fazer a mala para ir para o Porto... lol...
mas já está feita... a minha máquina fotográfica, dois rolos a cores, um a preto e branco... e ainda vou comprar umas quantas descartáveis... vamos ver quantas imagens trago do lado de lá...
vou ter saudades de um teclado. já me perguntaram porque não levava o computador... mas bolas! férias são férias... eu que já quero fazer uma desintoxicação do telemóvel, também não me vou "viciar" no computador!
espero ver-vos quando voltar...
ainda não me habituei à ideia de que estou de férias... talvez mais logo à noite... sim, durante a próxima semana não haverá posts meus... vou estar longe... a tomar banho no mediterrâneo... ninguém quer vir? se calhar a ideia de ir sozinha não foi muito boa...
quarta-feira não percam o deus das pequenas coisas com o público! é um livro simplesmente fenomenal.... eu já o reservei... como não estou cá, teve de ser...
já fiz a mala... ainda está aberta mas já está feita... acho que não sei fazer malas para férias, parecia que estava a fazer a mala para ir para o Porto... lol...
mas já está feita... a minha máquina fotográfica, dois rolos a cores, um a preto e branco... e ainda vou comprar umas quantas descartáveis... vamos ver quantas imagens trago do lado de lá...
vou ter saudades de um teclado. já me perguntaram porque não levava o computador... mas bolas! férias são férias... eu que já quero fazer uma desintoxicação do telemóvel, também não me vou "viciar" no computador!
espero ver-vos quando voltar...
20 de julho de 2003
estou de mau humor... aliás, estou mesmo de mau humor... mas daquele mesmo horrível que nos faz estragar noites de divertimento alheio... portanto, hoje à noite confino-me às quatro paredes da casa e ao teclado do computador... a este écran e a umas quantas salas de irc...
nem parece que já estou de férias...
nem parece que já estou de férias...
19 de julho de 2003
finalmente, de férias....
não quero saber agora de notas e resultados de exames... trabalhos e trabalheiras...
só calor e descanso e água fresca e poesia à minha volta....
ontem estive no navio dos espelhos não bem o poema de cesariny mas na livraria em aveiro...
eu explico: livraria de um amigo... que me convidou para lá ir ontem para dizer a minha poesia... acabei por só falar dos miosótis...
muito estudo na última semana... e ontem estava tão cansada que só me apetecia atirar-me para o chão... há dias assim.... há noites assim.... ontem foi assim...
já tenho saudades vossas...
não quero saber agora de notas e resultados de exames... trabalhos e trabalheiras...
só calor e descanso e água fresca e poesia à minha volta....
ontem estive no navio dos espelhos não bem o poema de cesariny mas na livraria em aveiro...
eu explico: livraria de um amigo... que me convidou para lá ir ontem para dizer a minha poesia... acabei por só falar dos miosótis...
muito estudo na última semana... e ontem estava tão cansada que só me apetecia atirar-me para o chão... há dias assim.... há noites assim.... ontem foi assim...
já tenho saudades vossas...
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