não caibo nesta página, neste espaço, neste post!
preciso de correr até me cansar
16 de janeiro de 2005
13 de janeiro de 2005
cinzento
não tenho notícias.
nenhumas. nenhumas mesmo. só que hoje me sinto adoentado e a cabeça não pára de doer...
provavelmente é do tempo que, de repente deixou de estar tão frio para chover uma chuva miudinha, todo o dia, sem que o sol apareça.
o tempo anda cinzento e eu também.
nenhumas. nenhumas mesmo. só que hoje me sinto adoentado e a cabeça não pára de doer...
provavelmente é do tempo que, de repente deixou de estar tão frio para chover uma chuva miudinha, todo o dia, sem que o sol apareça.
o tempo anda cinzento e eu também.
7 de janeiro de 2005
falta-me uma palavra tua
não consigo escrever em cadernos grandes. pedem de mim um estilo, uma
organização, que me é exterior. estranha.
falta-me uma assinatura tua, a tua letra desenhada algures, uma foto
tua, algo de particular, individual. algo que me descreva um pouco de
ti.
falta-me algo teu. palpável. que eu possa tocar enquanto me falta uma
palavra tua.
falta-me uma composição tua. pensamentos espontâneos, um gesto frontal,
algo de impensável, algo de inevitável.falta-me um dia teu.201204
faltam-me coisas maiores. como uma espontaneidade tua. como uma surpresa (sabias que nunca ninguém me conseguiu fazer uma surpresa?).
falta-me dizer-te um recado que tenho para ti, num post-it, há muito colado na parede do meu quarto...
5 de janeiro de 2005
olá
que bom. que bom ter recebido uma mensagem tão boa! vinda de longe, de muito muito muito longe (de acordo com as distâncias que a minha agenda me dá, 4234 kms). uma mensagem da .j. a dizer k chegou bem, que manda beijinhos a toda a gente e que aquilo é lindo lindo lindo (a dupla repetição já é minha) :)
esqueci-me de uma data de gente este ano, de dar os parabéns a muita muita gente. portanto, aqui ficam as minhas desculpas... foi de uma série de coisas... foi que ando com a cabeça em água, a esquecer-me de tudo, a precisar de um choque vitamínico... preciso de apontar tudo, desculpem... preciso de notas e post-its para tudo.
até para dizer: olá.
esqueci-me de uma data de gente este ano, de dar os parabéns a muita muita gente. portanto, aqui ficam as minhas desculpas... foi de uma série de coisas... foi que ando com a cabeça em água, a esquecer-me de tudo, a precisar de um choque vitamínico... preciso de apontar tudo, desculpem... preciso de notas e post-its para tudo.
até para dizer: olá.
4 de janeiro de 2005
hoje ando colada às paredes desta cidade. coso-me a esta paisagem, hoje solarenga, da cidade fumada, das ruas escuras e insalubres...
preciso da minha paisagem de mar e areia sem fim. preciso de sair daqui. fazer qualquer coisa. sair daqui.
e colo-me hoje às ruas, à calçada desta cidade, quase sem calçada portuguesa. coso-me aos passeios de cimento e esquadria quadrada.
coso-me ao Porto como se não tivesse (que não tenho mais) um porto seguro aonde regressar.
preciso da minha paisagem de mar e areia sem fim. preciso de sair daqui. fazer qualquer coisa. sair daqui.
e colo-me hoje às ruas, à calçada desta cidade, quase sem calçada portuguesa. coso-me aos passeios de cimento e esquadria quadrada.
coso-me ao Porto como se não tivesse (que não tenho mais) um porto seguro aonde regressar.
3 de janeiro de 2005
sdds
a .j. acabou agora, agorinha mesmo de se despedir de mim.
e o meu mundinho ficou um bocadinho mais pequenino.
há coisas que ficam sempre por dizer, entaladas na garganta. ou então,
não sabemos o que dizer e só mais tarde, muito ou pouco mais tarde, formulamos na nossa cabeça as palavras que gostaríamos ter dito. algo de memorável, algo de inesquecível, algo de marcante.
mas a .j. já é, por si só, marcante.
a primeira memória que tenho dela é a dizer "eu tenho sangue em casa!", numa ocasião em que planeávamos uma "actuação"...
a .j. ficou aí marcada como a mulher que tinha tudo. desde os adereços mais estapafurdios até às vestimentas mais antigas e engraçadas. se existia, a .j. tinha.
há episódios memoráveis das conversas da .j., com a .j..
e é por isso que eu vou ter, que tenho já assim, muitas muitas muitas saudades. das conversas, da companhia, dos sorrisos e das gargalhadas. de irmos a exposições, das fotos dela, dos chocolates quentes e das histórias dela. não que as notícias acabem, ou mesmo o contacto. mas a .j., por estes tempos (que se querem breves) não vai estar por cá para irmos ao chocolate, ao chá... e mesmo planearmos idas a lisboa...
por isso, nos próximos tempos... enquanto não vou eu aí, vou ter, tenho já, saudades tuas miúda...
e o meu mundinho ficou um bocadinho mais pequenino.
há coisas que ficam sempre por dizer, entaladas na garganta. ou então,
não sabemos o que dizer e só mais tarde, muito ou pouco mais tarde, formulamos na nossa cabeça as palavras que gostaríamos ter dito. algo de memorável, algo de inesquecível, algo de marcante.
mas a .j. já é, por si só, marcante.
a primeira memória que tenho dela é a dizer "eu tenho sangue em casa!", numa ocasião em que planeávamos uma "actuação"...
a .j. ficou aí marcada como a mulher que tinha tudo. desde os adereços mais estapafurdios até às vestimentas mais antigas e engraçadas. se existia, a .j. tinha.
há episódios memoráveis das conversas da .j., com a .j..
e é por isso que eu vou ter, que tenho já assim, muitas muitas muitas saudades. das conversas, da companhia, dos sorrisos e das gargalhadas. de irmos a exposições, das fotos dela, dos chocolates quentes e das histórias dela. não que as notícias acabem, ou mesmo o contacto. mas a .j., por estes tempos (que se querem breves) não vai estar por cá para irmos ao chocolate, ao chá... e mesmo planearmos idas a lisboa...
por isso, nos próximos tempos... enquanto não vou eu aí, vou ter, tenho já, saudades tuas miúda...
by brasil
2 de janeiro de 2005
2005
e agora que 2005 chegou.
não me parece que já esteja num novo ano.
sonhei que estavamos ainda no dia 31 e que o ano ainda não tinha passado. e que não passava. e que ficávamos sempre no dia 31. mas não era aflitivo, não. era um dia normal. mas a data parava. nós continuávamos a viver mas, a data do calendário era sempre a mesma...
de facto, para mim a passagem de ano é só mais um dia, um número diferente no fim da data.
muitas mensagens neste fim de ano. algumas surpresas...
mas já estou de volta. de volta ao trabalho, ao dia que não te tem...
não me parece que já esteja num novo ano.
sonhei que estavamos ainda no dia 31 e que o ano ainda não tinha passado. e que não passava. e que ficávamos sempre no dia 31. mas não era aflitivo, não. era um dia normal. mas a data parava. nós continuávamos a viver mas, a data do calendário era sempre a mesma...
de facto, para mim a passagem de ano é só mais um dia, um número diferente no fim da data.
muitas mensagens neste fim de ano. algumas surpresas...
mas já estou de volta. de volta ao trabalho, ao dia que não te tem...
estou num dilema mas não me apetece falar-te disso...
27 de dezembro de 2004
enquanto aqui estou, sentada à frente do computador, nesta noite tão, tão fria, ouvindo o "Clare de Lune", do Debussy, pegando no meu moleskine e lendo as palavras miudinhas que nele escrevi;
enquanto aqui estou, pensando em ti, e em como gostaria de ouvir a tua voz, neste exacto momento, em que o telefone poderia tocar, um fax chegar ou até uma mensagem aparecer no visor do telemóvel, enquanto aqui estou, no centro de todo o centro comunicacional da casa, nunca me senti tão periférica, afastada de tudo o que é comunicação.
enquanto aqui estou, enquanto não saio de casa para ver a minha "sobrinha", de quatro meses (que diz "ah" sem saber que diz "ah" e que "ah" pode ser mil palavras, mil sugestões; que nem minha sobrinha verdadeira é), passo em revista as palavras escritas no meu moleskine. e creio incrível que o tenha escrito numa só noite de insónia.
creio incrível a quantidade de gente que saíu de casa hoje para ir às compras, creio incrível como é que ninguém está em casa por estes dias... e como o ano passou tão depressa.
e como tu chegaste a casa tão depressa...
enquanto aqui estou, pensando em ti, e em como gostaria de ouvir a tua voz, neste exacto momento, em que o telefone poderia tocar, um fax chegar ou até uma mensagem aparecer no visor do telemóvel, enquanto aqui estou, no centro de todo o centro comunicacional da casa, nunca me senti tão periférica, afastada de tudo o que é comunicação.
enquanto aqui estou, enquanto não saio de casa para ver a minha "sobrinha", de quatro meses (que diz "ah" sem saber que diz "ah" e que "ah" pode ser mil palavras, mil sugestões; que nem minha sobrinha verdadeira é), passo em revista as palavras escritas no meu moleskine. e creio incrível que o tenha escrito numa só noite de insónia.
creio incrível a quantidade de gente que saíu de casa hoje para ir às compras, creio incrível como é que ninguém está em casa por estes dias... e como o ano passou tão depressa.
e como tu chegaste a casa tão depressa...
18 de dezembro de 2004
17 de dezembro de 2004
e porque o telefone não pára...
o meu telefone tem sido, nos últimos tempos, uma verdadeira central telefónica.
quer dizer, com verdadeira justiça, há que dizer, com verdade, daquela verdadinha, que tanto tem estado imparável, como num frenesim que só visto.
mensagens, telefonemas e erros de sistema (que me fazem ir à falência!)
como é que um objecto tão pequeno nos transfigura a vida. a .j. dizia que, desde que tem telemóvel, já não é feliz, mas eu sei, e ela também sabe, que as coisas não são, de todo, assim...
de qualquer forma, e voltando ao meu telemóvel... mensagens vindas de perto, de longe, dos confins do tempo, telefonemas de quem já não se vê há muito. tudo muito espontâneo. e eu gosto disso. de ouvir o telemóvel tocar, olhar o visor e surpreender-me com a origem de quem me liga, de quem me procura, de quem se lembrou por mim...
de quem se lembrou de mim, fui eu própria ontem à noite (por falar em lembrar...). e peguei no quarto em chamas... e apeteceu-me queimá-lo.
as coisas tornam-se agora mais reais e palpáveis... mais etéreas e importantes.
um novo livro se insurge e batalha pelo seu próprio lugar. morte às chamas.
incendiemos agora uma nova cidadela.
quer dizer, com verdadeira justiça, há que dizer, com verdade, daquela verdadinha, que tanto tem estado imparável, como num frenesim que só visto.
mensagens, telefonemas e erros de sistema (que me fazem ir à falência!)
como é que um objecto tão pequeno nos transfigura a vida. a .j. dizia que, desde que tem telemóvel, já não é feliz, mas eu sei, e ela também sabe, que as coisas não são, de todo, assim...
de qualquer forma, e voltando ao meu telemóvel... mensagens vindas de perto, de longe, dos confins do tempo, telefonemas de quem já não se vê há muito. tudo muito espontâneo. e eu gosto disso. de ouvir o telemóvel tocar, olhar o visor e surpreender-me com a origem de quem me liga, de quem me procura, de quem se lembrou por mim...
de quem se lembrou de mim, fui eu própria ontem à noite (por falar em lembrar...). e peguei no quarto em chamas... e apeteceu-me queimá-lo.
as coisas tornam-se agora mais reais e palpáveis... mais etéreas e importantes.
um novo livro se insurge e batalha pelo seu próprio lugar. morte às chamas.
incendiemos agora uma nova cidadela.
14 de dezembro de 2004
12 de dezembro de 2004
foto de rita bernstein
mais, aqui
assusto-mequando penso ouvir tua voz de regressodevorando o humildesossego do coraçãoal berto
11 de dezembro de 2004
preciso das tuas mãos.
afastando-me o cabelo da cara. a sentir nas costas o roçar da tua pele.
"agora já está"
como eu costumava dizer quando ainda era tão pequena que ainda cabia dentro dum bolso (eu nunca coube num bolso. só nos meus bolsos cabem mãos, ainda que não as minhas)
e às vezes (mas só às vezes) encontram-se segredos nos bolsos das calças. como esta manhã, nos bolsos de trás das minhas calças (eu uso saia, mas não tantas vezes quanto gostaria...).
estes dois dias, o coração a bater forte no peito, enquanto falávamos no comboio. fotografias e brincadeiras com uma lomo já velhinha (será que as fotos vão sair?)
ganchos em forma de boneca..
quem precisa agora de uns ganchos sou eu!
cortei o cabelo... o meu cabelo que, pela primeira vez na minha vida, estava longo longo longo longo e eu gostava!
mas cansei-me e quis cortar. cortar um bocadinho, para que ele ficasse um bocadinho diferente. comprido mas diferente... e o resultado...
pareço o gajo dos europe! sim, quem não se lembra do mitico "final countdown"!
dos penteados à anos 70/80 do rock, punk! bah! sei lá! pareço uma punk arrocalhada...
pareço deslocada no tempo...
eu quero o meu cabelo de volta...
afastando-me o cabelo da cara. a sentir nas costas o roçar da tua pele.
"agora já está"
como eu costumava dizer quando ainda era tão pequena que ainda cabia dentro dum bolso (eu nunca coube num bolso. só nos meus bolsos cabem mãos, ainda que não as minhas)
e às vezes (mas só às vezes) encontram-se segredos nos bolsos das calças. como esta manhã, nos bolsos de trás das minhas calças (eu uso saia, mas não tantas vezes quanto gostaria...).
estes dois dias, o coração a bater forte no peito, enquanto falávamos no comboio. fotografias e brincadeiras com uma lomo já velhinha (será que as fotos vão sair?)
ganchos em forma de boneca..
quem precisa agora de uns ganchos sou eu!
cortei o cabelo... o meu cabelo que, pela primeira vez na minha vida, estava longo longo longo longo e eu gostava!
mas cansei-me e quis cortar. cortar um bocadinho, para que ele ficasse um bocadinho diferente. comprido mas diferente... e o resultado...
pareço o gajo dos europe! sim, quem não se lembra do mitico "final countdown"!
dos penteados à anos 70/80 do rock, punk! bah! sei lá! pareço uma punk arrocalhada...
pareço deslocada no tempo...
eu quero o meu cabelo de volta...
8 de dezembro de 2004
2 de dezembro de 2004
Here I am
still walking down
não sei mais a
forma de te chegar lume
não sei mais a forma
de te mostrar a
cor deste rio que
não é verde
como o teu
Acabámos sempre aqui.
Por mais países
para onde fujas
acabamos sempre aqui.
a dizer coisas fora de tempo
a querer histórias fora de ritmo
Aqui estou
por mais países
para onde fuja.
não sei mais a forma
de te dizer.
Acabamos sempre aqui.
De volta da mesma chave
sem nunca lhe tocar.
tenho um moleskine. aonde aponto os poucos pensamentos que me têm ocorrido. como o Van Gogh ou o Matisse.
longe de mim querer comparar-me a eles... até porque o meu jeito para pintar e desenhar é nulo.
mas tenho um moleskine. que cabe em qualquer bolso das calças. que percorreu comigo toda a europa e todo o verão.
aonde acabo por riscalhar tudo o que me vem à cabeça...
agora só faltam as palavras.
still walking down
não sei mais a
forma de te chegar lume
não sei mais a forma
de te mostrar a
cor deste rio que
não é verde
como o teu
Acabámos sempre aqui.
Por mais países
para onde fujas
acabamos sempre aqui.
a dizer coisas fora de tempo
a querer histórias fora de ritmo
Aqui estou
por mais países
para onde fuja.
não sei mais a forma
de te dizer.
Acabamos sempre aqui.
De volta da mesma chave
sem nunca lhe tocar.
tenho um moleskine. aonde aponto os poucos pensamentos que me têm ocorrido. como o Van Gogh ou o Matisse.
longe de mim querer comparar-me a eles... até porque o meu jeito para pintar e desenhar é nulo.
mas tenho um moleskine. que cabe em qualquer bolso das calças. que percorreu comigo toda a europa e todo o verão.
aonde acabo por riscalhar tudo o que me vem à cabeça...
agora só faltam as palavras.
25 de novembro de 2004
a .j. diz que vai pró frio. pra outro mundo, a primeira democracia europeia a dar voto às mulheres. a segunda no mundo!
e eu vou ter saudades dela e das fotos e das conversas e dos chocolates quentes em dias de chuva e muito frio. e os chás à tarde e a malandrice dos trabalhos por fazer...
e eu vou querer um email todos os dias (todos mesmo!)
e não notícias de mês a mês, contactos mensais que mantenham um ténue vínculo...
um docinho de mês a mês...
pequenas coisas que ficam.
como as cartas no fundo da gaveta, fotografias (des)coloridas ao fim de tanto tempo...
e eu vou ter saudades dela e das fotos e das conversas e dos chocolates quentes em dias de chuva e muito frio. e os chás à tarde e a malandrice dos trabalhos por fazer...
e eu vou querer um email todos os dias (todos mesmo!)
e não notícias de mês a mês, contactos mensais que mantenham um ténue vínculo...
um docinho de mês a mês...
pequenas coisas que ficam.
como as cartas no fundo da gaveta, fotografias (des)coloridas ao fim de tanto tempo...
18 de novembro de 2004
fiquei agora a saber, devido ao site, agência financeira, que Portugal é o 19.º melhor país do mundo, para se viver...
apesar de tudo!
e de toda a gente que proclama este país como mau, que o propagandeia como um lugar horrível e do qual se deve fugir...
deito a língua de fora a essa gente e continuo aqui. a percorrer os caminhos que me levam de ponta a ponta desta país que eu amo...
(tá-me a dar um acesso de invulgar patriotismo)
apesar de tudo!
e de toda a gente que proclama este país como mau, que o propagandeia como um lugar horrível e do qual se deve fugir...
deito a língua de fora a essa gente e continuo aqui. a percorrer os caminhos que me levam de ponta a ponta desta país que eu amo...
(tá-me a dar um acesso de invulgar patriotismo)
14 de novembro de 2004
("why did you loved me in the first place?")
é inevitável pensar em ti sem pensar nos chupa chups. e nos kinder, e em picanha, e em alcool, e... no guincho. e em comboios...
às vezes, quando os dias param um pouco, naquela hora mágica em que o sol faz um barulho fervilhante ao mergulhar no mar, apetece-me trocar de sabor...
é inevitável pensar em ti sem pensar nos chupa chups. e nos kinder, e em picanha, e em alcool, e... no guincho. e em comboios...
às vezes, quando os dias param um pouco, naquela hora mágica em que o sol faz um barulho fervilhante ao mergulhar no mar, apetece-me trocar de sabor...

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