"ah mas tu escreves?"
cadernos inteiros de palavras soltas e verbos esconjurados. demasiados espaços em brancos. noites sem um único som. dias cheios de palavras e sons e cheiros e cores diferentes. sensações e sentidos que se afloram no papel, em frente aos meus olhos.
cadernos inteiros de riscos de caneta, alguns quase imperceptíveis. a pressa da tinta perseguindo o pensamento que vai sempre mais à frente.
cadernos inteiros de mímicas. de gestos que são frases inteiras. textos e livros. podia pintar uma cara de pierrot e imobilizar-me (santa catarina, rua augusta, praça da figueira, praça dos clérigos, chiado, cedofeita). pintar uns olhos sobre os meus olhos. outros olhos onde os meus descansam. (é isto que chamam ver o mundo com outros olhos?).
cadernos inteiros de roteiros que me doem nos tendões, nos músculos. pequenos pontos de atracção assinalados, pequenos esquecimentos deixados ao acaso pelas páginas.
sim, escrevo.
cadernos inteiros de quem sou.
25 de janeiro de 2007
22 de janeiro de 2007
19 de janeiro de 2007
escala musical
ando a trautear esta música mas na versão portuguesa (quase herbert richard!)...
podia-me dar para pior...
podia-me dar para pior...
17 de janeiro de 2007
10 de janeiro de 2007
start. restart
V amiga, és a maior!
depois de uma longa conversa sobre start e restart. reboot à máquina.
estás pronta? estás mesmo pronta? vamos a isto? aproveitar o reinicio do calendário, o reset no relógio e começar de novo.
esquecer antigos vícios, antigas tricas. começar tudo de novo. como se hoje fosse a primeira vez que nos conhecessemos. escolhamos um momento específico, um sentimento bom. mesmo bom. e partamos daí.
depois de uma longa conversa sobre start e restart. reboot à máquina.
estás pronta? estás mesmo pronta? vamos a isto? aproveitar o reinicio do calendário, o reset no relógio e começar de novo.
esquecer antigos vícios, antigas tricas. começar tudo de novo. como se hoje fosse a primeira vez que nos conhecessemos. escolhamos um momento específico, um sentimento bom. mesmo bom. e partamos daí.
tindersticks
can we start again
can we start again
7 de janeiro de 2007
this has got to stop
o ar aquece nas janelas.
sair de casa. caminhar pela cidade, olhar o azul do céu e as cores tão diferentes de todas as casas.
descobrir que és capaz de um frio de aço, que corta o dia ao meio.
um eléctrico que passa. objectivas duma cidade que se contorna em antigos carris.
estão 18 graus num dia de janeiro. dezoito. assim com todas as letras. os olhares desorientados de quem é de cá. os sorrisos de quem ouviu falar do tempo mediterrânico nesta cidade e veio, maravilhado, experimentar.
sair de casa. caminhar pela cidade, olhar o azul do céu e as cores tão diferentes de todas as casas.
descobrir que és capaz de um frio de aço, que corta o dia ao meio.
um eléctrico que passa. objectivas duma cidade que se contorna em antigos carris.
estão 18 graus num dia de janeiro. dezoito. assim com todas as letras. os olhares desorientados de quem é de cá. os sorrisos de quem ouviu falar do tempo mediterrânico nesta cidade e veio, maravilhado, experimentar.
you can't paint an elephant quite as good as she
damien rica, "elephant", 9.
damien rica, "elephant", 9.
2 de janeiro de 2007
2007
entra um novo ano. e tenho a anunciar que este ano não tenho resoluções determinantes e life changing.
pois é... este ano só quero ser mais e melhor. ter mais tempo para mim e para aquilo que gosto de fazer e, acima de tudo, ser mais organizada e mais aplicada.
e pronto. o tiver de ser será e todas essas frases feitas. não "balancei" 2006 nem o vou fazer.
mas, de qualquer forma, gostei de ver a comunidade cibernauta em acção para este vídeo...
pois é... este ano só quero ser mais e melhor. ter mais tempo para mim e para aquilo que gosto de fazer e, acima de tudo, ser mais organizada e mais aplicada.
e pronto. o tiver de ser será e todas essas frases feitas. não "balancei" 2006 nem o vou fazer.
mas, de qualquer forma, gostei de ver a comunidade cibernauta em acção para este vídeo...
29 de dezembro de 2006
waiting time.
esperar-te. sentar-me tranquilamente enquanto leio um dos livros que trouxe comigo. e esperar-te.
não trouxe relógio comigo portanto não sei se te terás atrasado. confio que não. que a espera que me infliges não é propositada mas sim pura coincidência, um acaso.
ouço ao longe a igreja que descobri ter perto de casa, apenas há uns dias e que se parece tanto com o outro sino nortenho que ouvi anos seguidos no silêncio da noite (tantas coincidências que descubro no meu dia-a-dia).
e sei que te atrasaste. o livro acaba, página após página (como este ano que se gasta). e, no fundo, eu sei que não virás. que a minha espera (ainda que não anunciada) é em vão.
que todas as minhas esperas me trouxeram até aqui. até ao dia de hoje e até este lugar.
no meio da cidade, aguardando o sinal verde para os peões. carros que aceleram, que ultrapassam todos os limites.
as ruas que não se esvaziam de gente.
não trouxe relógio comigo portanto não sei se te terás atrasado. confio que não. que a espera que me infliges não é propositada mas sim pura coincidência, um acaso.
ouço ao longe a igreja que descobri ter perto de casa, apenas há uns dias e que se parece tanto com o outro sino nortenho que ouvi anos seguidos no silêncio da noite (tantas coincidências que descubro no meu dia-a-dia).
e sei que te atrasaste. o livro acaba, página após página (como este ano que se gasta). e, no fundo, eu sei que não virás. que a minha espera (ainda que não anunciada) é em vão.
que todas as minhas esperas me trouxeram até aqui. até ao dia de hoje e até este lugar.
no meio da cidade, aguardando o sinal verde para os peões. carros que aceleram, que ultrapassam todos os limites.
as ruas que não se esvaziam de gente.
22 de dezembro de 2006
21 de dezembro de 2006
reach
estico a mão.
a tua voz do outro lado. o riso no fundo da garganta, atado num laço daqueles que fazias quando atavas as sapatilhas.
não neva aqui. mas faz frio. por estes dias faz bastante frio. procuro uma música, um cd. e encontro exactamente a música que te quero mostrar. e não existe em mais lado nenhum senão aqui. uma melodia que toca baixinho, a letra quase trauteada a duas vozes.
trauteio as letras que decorei contigo. uma banda sonora que me dá cor ao dia.
está muito frio por aí. mas aqui, quando estico a mão, é verão novamente.
a tua voz do outro lado. o riso no fundo da garganta, atado num laço daqueles que fazias quando atavas as sapatilhas.
não neva aqui. mas faz frio. por estes dias faz bastante frio. procuro uma música, um cd. e encontro exactamente a música que te quero mostrar. e não existe em mais lado nenhum senão aqui. uma melodia que toca baixinho, a letra quase trauteada a duas vozes.
trauteio as letras que decorei contigo. uma banda sonora que me dá cor ao dia.
está muito frio por aí. mas aqui, quando estico a mão, é verão novamente.
18 de dezembro de 2006
dinner time
as palavras dolorosas arrumadas na prateleira de cima que as perguntas difíceis desarrumam...
e que, no fundo, estavam a precisar de uma "limpeza".
o pó que se acumula nos bibelôs que herdamos de quem nos passa pelos dias. as recordações de dias e viagens. de situações e de olhares. do que tu disseste e do que disse. e de como me olhaste.
o jantar que puxa a palavra na confusão de pratos e comida. de petisco e risos. a sobremesa que puxa a palavra na confissão do que se bebeu e de como se pretende seguir para casa.
e, no fundo, o alívio no peito por ter desarrumado o que estava tão lá atrás, no fundo da prateleira e que se precisava de chegar à frente....
it's dinner time.
e que, no fundo, estavam a precisar de uma "limpeza".
o pó que se acumula nos bibelôs que herdamos de quem nos passa pelos dias. as recordações de dias e viagens. de situações e de olhares. do que tu disseste e do que disse. e de como me olhaste.
o jantar que puxa a palavra na confusão de pratos e comida. de petisco e risos. a sobremesa que puxa a palavra na confissão do que se bebeu e de como se pretende seguir para casa.
e, no fundo, o alívio no peito por ter desarrumado o que estava tão lá atrás, no fundo da prateleira e que se precisava de chegar à frente....
it's dinner time.
14 de dezembro de 2006
9 crimes
damien rice, 9 crimes
olho por cima do ombro. constantemente por cima do ombro...
um par de olhos que se crava nas minhas costas sem que eu os consiga identificar no meio da rua vazia.
e se os meus olhos brilham quando olham nos teus não é mais que um reconhecimento do tempo que faz lá fora.
13 de dezembro de 2006
12 de dezembro de 2006
stop
tudo aquilo que fica sempre por dizer. stop. como num telegrama. stop. tudo o que fica embargado aqui, no fundo da garganta. stop. tu sabes do que estou a falar. stop.
enviar-te uma missiva
algo mais que um telegrama ou um telefonema onde a voz dissimula aquilo que não se pode dizer, onde a cabeça manda mais que os olhos.
enviar-te uma missiva que não tenha suporte físico nem restrições, onde possas saber tudo o que fica aqui, no fundo da garganta e que não pode ser dito.
stop.
sem saber parar ao sinal (foi por isso que chumbei no primeiro exame de condução!).
o vermelho sempre me lembrou paixão. nunca restrição.
mas stop.
alguma coisa há-de acontecer. alguma coisa se presta a acontecer.....
enviar-te uma missiva
algo mais que um telegrama ou um telefonema onde a voz dissimula aquilo que não se pode dizer, onde a cabeça manda mais que os olhos.
enviar-te uma missiva que não tenha suporte físico nem restrições, onde possas saber tudo o que fica aqui, no fundo da garganta e que não pode ser dito.
stop.
sem saber parar ao sinal (foi por isso que chumbei no primeiro exame de condução!).
o vermelho sempre me lembrou paixão. nunca restrição.
mas stop.
alguma coisa há-de acontecer. alguma coisa se presta a acontecer.....
9 de dezembro de 2006
isto não é o que parece
isto não é o que parece.
é bem mais simples do que possas pensar. é o fim de uma era. pura e simplesmente, é o fim de uma era.
não tenho em minha casa prateleiras suficientes para me poder desarrumar casa fora. encosto os sacos junto à parede. ladeio o caminho com tarefas inacabadas.
saio na procura do inverno que teima em não chegar este ano.
o vento que se levanta frio.
os cabelos brancos em desalinho por cima do quente robe de veludo vermelho-carne.
a tua vida que se cruza comigo no arrastar dos chinelos rosa de felpo. gastos nas pedras que se levantam da calçada e se perdem no meio da rua. o frio que entra pelas fibras do casaco, da camisola, pelos poros de todo o meu corpo, num arrepio braços acima, peito acima.
o teu olhar que não se cruza com o meu. daqui só vejo a insónia cinza de ti, num gesto de protecção que fazes, abraçando o corpo, que se curva no frio que de repente se faz sentir.
é bem mais simples do que possas pensar. é o fim de uma era. pura e simplesmente, é o fim de uma era.
não tenho em minha casa prateleiras suficientes para me poder desarrumar casa fora. encosto os sacos junto à parede. ladeio o caminho com tarefas inacabadas.
saio na procura do inverno que teima em não chegar este ano.
o vento que se levanta frio.
os cabelos brancos em desalinho por cima do quente robe de veludo vermelho-carne.
a tua vida que se cruza comigo no arrastar dos chinelos rosa de felpo. gastos nas pedras que se levantam da calçada e se perdem no meio da rua. o frio que entra pelas fibras do casaco, da camisola, pelos poros de todo o meu corpo, num arrepio braços acima, peito acima.
o teu olhar que não se cruza com o meu. daqui só vejo a insónia cinza de ti, num gesto de protecção que fazes, abraçando o corpo, que se curva no frio que de repente se faz sentir.
está já aí o inverno.
8 de dezembro de 2006
azul
tudo o que eu dizia era novidade. tudo o que eu dizia era feito de palavras, de frases, de construções novas.
mas tu não ouvias nada do que eu tinha para te dizer. nenhuma das minhas palavras novas, das minhas frases novas, das minhas novas construções.
olho o tecto do meu quarto e daqui consigo ver o céu. e apesar da chuva apesar do vento que faz lá fora, daqui consigo ver o azul do céu. a claridade do dia sem nuvens. talvez apenas uma ou duas. brancas. a vaguear no céu.
daqui consigo ver as casas e todas as ruas por onde moro e por onde quero morar. vejo o rio ao fim da rua e as pontes que o atravessam. o eléctrico que chia nos carris, na pressa de chegar a tempo à paragem. subo e desço as ruas de edifícios brancos, públicos, à disposição de quem lhes quiser pertencer.
das coisas que eu tenho para te contar e para te perguntar, nenhuma ficou no mundo.
mas tu não ouvias nada do que eu tinha para te dizer. nenhuma das minhas palavras novas, das minhas frases novas, das minhas novas construções.
olho o tecto do meu quarto e daqui consigo ver o céu. e apesar da chuva apesar do vento que faz lá fora, daqui consigo ver o azul do céu. a claridade do dia sem nuvens. talvez apenas uma ou duas. brancas. a vaguear no céu.
daqui consigo ver as casas e todas as ruas por onde moro e por onde quero morar. vejo o rio ao fim da rua e as pontes que o atravessam. o eléctrico que chia nos carris, na pressa de chegar a tempo à paragem. subo e desço as ruas de edifícios brancos, públicos, à disposição de quem lhes quiser pertencer.
das coisas que eu tenho para te contar e para te perguntar, nenhuma ficou no mundo.
é tempo de dizermos: sinto a tua falta.
2 de dezembro de 2006
ah e tal... sou amarela...
| YELLOW |
You are very perceptive and smart. You are clear and to the point and have a great sense of humor. You are always learning and searching for understanding.
28 de novembro de 2006
mário

estação
Esperar ou vir esperar querer ou vir querer-te
vou perdendo
a noção desta subtileza.
Aqui chegado até eu venho ver se me apareço
e o fato com que virei preocupa-me, pois chove miudinho
Muita vez vim
esperar-te e não houve chegada
De outras, esperei-me eu e não apareci
embora bem procurado entre os mais que passavam.
Se algum de nós vier
hoje é já bastante
como comboio e como subtileza
Que dê o nome e espere.
Talvez apareça
Mário Cesariny
morreu ponto
e como tantos outros vírgula não o conheci vírgula a não ser por tudo aquilo que li dele parêntesis e sobre ele fechar parêntesis e por tudo que vi dele vírgula e por tudo que ouvi dele ponto
não estive como o gato vírgula enroscada à porta do cemitério ponto
mas daqui do alto te chamo dois pontos Cesariny exclamação
e tu ainda mais do alto espreitas ponto e sorris-me da vigia ponto

22 de novembro de 2006
taras e manias
disseram-me a palavra proibida que não me deixa resistir...
e pronto, vejo-me "apanhada" neste spam... então as regras são:
"Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue."
hummm... confesso que tive de pensar muito e muito e muito.... 5 manias?... não sei se consigo 5 mas vamos lá ver...
1) o abre-e-fecha da porta do frigorífico. sim, tinha esse hábito de abrir a porta do frigorífico milhares de vezes ao dia, só para olhar para lá. lol. qual o fascinio? não sei. mas tinha esse hábito! não sei explicar mas era completamente irracional e já o corrigi (sim ni! já não abro e fecho a porta do frigorífico muitas vezes! nem quando estou a cozinhar!)... passo a explicar: abrir a porta do frigorífico era a primeira coisa que fazia mal entrava em casa... não sei de onde veio o hábito mas pegou e ficou... agora, felizmente para a conta da electricidade e para o ambiente, já "despegou"...
2) tenho um bocado a mania de que tudo o me sai das mãos tem de ser o melhor possível. e depois fico irritada quando as coisas não me saem bem... saiam-me da frente quando isso acontece senão... levam com o meu mau humor (e não aconselho a ninguém! ;))
3) tenho a mania de ser paternalista (vá... agora há umas quantas pessoas que me vão "cair em cima" a confirmar isto). mas é verdade. tou a tentar corrigir! mas sou paternalista... é terrível e já me trouxe muitos dissabores mas sou terrivelmente assombrosamente e muitos mais "mentes", paternalista (vá, nesta caso, maternalista :p).
4) tenho a mania de que não sei desenhar e fotografar. mas a verdade é que, não sei desenhar. nem fotografar! lol.
5) tenho a mania de pôr os garfos com os dentes para baixo, quando ponho a mesa e as facas com o bico para baixo quando as ponho no cesto da máquina de lavar... pronto, são manias mesmo! daquelas em que uma pessoa até fica irritada se não vai tudo assim e perde tempo a corrigir as coisas pra ficarem.... "manientas" ;) geralmente, num jantar em casa de amigos, rodeio a mesa, pondo os garfos nessa posição... ou quando me sento num restaurante, é das primeiras coisas (e das mais inconscientes) que faço: ponho o garfo com o dentes virados para baixo.
pronto... foram tiradas a saca-rolhas mas cá estão as manias que me lembro assim de repente....
quem é que vou desafiar? hummmm
o borras de café (a quem quiser pegar no desafio)
a caliypso
o blog das meninas
a rainha das cores (anda lá, actualiza isso)
e a indigo!
tá passada a batata quente!
e pronto, vejo-me "apanhada" neste spam... então as regras são:
"Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue."
hummm... confesso que tive de pensar muito e muito e muito.... 5 manias?... não sei se consigo 5 mas vamos lá ver...
1) o abre-e-fecha da porta do frigorífico. sim, tinha esse hábito de abrir a porta do frigorífico milhares de vezes ao dia, só para olhar para lá. lol. qual o fascinio? não sei. mas tinha esse hábito! não sei explicar mas era completamente irracional e já o corrigi (sim ni! já não abro e fecho a porta do frigorífico muitas vezes! nem quando estou a cozinhar!)... passo a explicar: abrir a porta do frigorífico era a primeira coisa que fazia mal entrava em casa... não sei de onde veio o hábito mas pegou e ficou... agora, felizmente para a conta da electricidade e para o ambiente, já "despegou"...
2) tenho um bocado a mania de que tudo o me sai das mãos tem de ser o melhor possível. e depois fico irritada quando as coisas não me saem bem... saiam-me da frente quando isso acontece senão... levam com o meu mau humor (e não aconselho a ninguém! ;))
3) tenho a mania de ser paternalista (vá... agora há umas quantas pessoas que me vão "cair em cima" a confirmar isto). mas é verdade. tou a tentar corrigir! mas sou paternalista... é terrível e já me trouxe muitos dissabores mas sou terrivelmente assombrosamente e muitos mais "mentes", paternalista (vá, nesta caso, maternalista :p).
4) tenho a mania de que não sei desenhar e fotografar. mas a verdade é que, não sei desenhar. nem fotografar! lol.
5) tenho a mania de pôr os garfos com os dentes para baixo, quando ponho a mesa e as facas com o bico para baixo quando as ponho no cesto da máquina de lavar... pronto, são manias mesmo! daquelas em que uma pessoa até fica irritada se não vai tudo assim e perde tempo a corrigir as coisas pra ficarem.... "manientas" ;) geralmente, num jantar em casa de amigos, rodeio a mesa, pondo os garfos nessa posição... ou quando me sento num restaurante, é das primeiras coisas (e das mais inconscientes) que faço: ponho o garfo com o dentes virados para baixo.
pronto... foram tiradas a saca-rolhas mas cá estão as manias que me lembro assim de repente....
quem é que vou desafiar? hummmm
o borras de café (a quem quiser pegar no desafio)
a caliypso
o blog das meninas
a rainha das cores (anda lá, actualiza isso)
e a indigo!
tá passada a batata quente!
20 de novembro de 2006
a vida curta nas mangas*
fim de semana lisboeta com portuenses... uma mistura bombástica. tão bombástica que me arruinou a voz. afonia quase total (então à noite é ver-me caladinha que nem um rato).
saudades das amizades. do quotidiano. das gargalhadas às lágrimas...
mostrar-te a cidade, mostrar-me a cidade.
e agora tou aqui, quase sem voz... pareço um miúdo a quem a adolescência apanhou desprevenido...
saudades das amizades. do quotidiano. das gargalhadas às lágrimas...
mostrar-te a cidade, mostrar-me a cidade.
e agora tou aqui, quase sem voz... pareço um miúdo a quem a adolescência apanhou desprevenido...
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